Clínica e linguagem ou o furo na prática
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0103-863X2009000200015Palavras-chave:
dualismo, psicanálise, linguagemResumo
A partir da reunião de algumas premissas que definiriam a clínica e seguindo indicações do psicanalista Jacques Lacan, o artigo procura situar o campo de intervenção dos profissionais que lidam com a linguagem. Para tanto, assinalam-se os perigos da concepção dualista, afastando o risco de demarcar a intervenção destes profissionais como medida paliativa para os efeitos do que ocorreria no somático. Localizando o que não funciona sob o termo "furo", cuja articulação com a fala constituiria o campo da Psicanálise, utilizamos um fragmento clínico para demonstrar não sua (impossível) eliminação, mas o trabalho que se pode visar tendo-o como norte.Downloads
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