Impacto e barreiras da restrição ao tabagismo na internação psiquiátrica: revisão integrativa

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DOI:

https://doi.org/10.1590/1982-43272458201414

Resumo

Objetivou-se identificar as barreiras para a implantação da restrição ao tabagismo nos serviços de internação psiquiátrica, seu impacto nos tabagistas internados e o posicionamento dos profissionais. Revisão integrativa de 19 artigos publicados (1989-2011) no MEDLINE e na SCOPUS. Foi realizada análise descritiva. Os estudos revelam as principais barreiras para a implantação da restrição: crenças sobre o aumento da agressividade dos pacientes, prejuízo da relação profissional-paciente e falta de preparo para abordar o assunto. Após implantação, a restrição apresenta impacto positivo: redução do número de cigarros fumados, aumento da motivação para deixar de fumar e do número de tentativas de parar de fumar. Os profissionais tabagistas e aqueles que não acreditam que o abandono do tabagismo traga benefícios ao portador de transtorno mental são os que menos apoiam a implantação das restrições. Conclui-se que a restrição ao tabagismo é eficaz na internação psiquiátrica, pois provoca mudanças de atitudes nos portadores de transtornos mentais.

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Publicado

2014-05-01

Edição

Seção

Revisão Sistemática da Literatura

Como Citar

Oliveira, R. M. de, & Furegato, A. R. F. (2014). Impacto e barreiras da restrição ao tabagismo na internação psiquiátrica: revisão integrativa . Paidéia (Ribeirão Preto), 24(58), 261-270. https://doi.org/10.1590/1982-43272458201414