Evolução inicial dos estudos da inteligência do idoso: mitos e fatos

Autores/as

  • Reinier Johannes Antonius Rozestraten Universidade Católica Dom Bosco image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0103-863X2002000200011

Palabras clave:

inteligência geral, inteligência fluida, inteligência cristalizada, inteligências múltiplas, habilidades

Resumen

Apresentamos nesse artigo o início e o primeiro desenvolvimento dos estudos sobre a inteligência do idoso dentro do quadro das fases da psicogênese do comportamento : tomada de informação, processamento de informação, tomada de decisão, comportamento-resposta e feedback. Através dessa evolução que teve seu início no fim da I Guerra Mundial vêem-se surgir três mitos que aos poucos foram refutados: a) o mito que a inteligência é uma capacidade única em vez de um conjunto de diversas capacidades que se combinam de múltiplas formas; b) o mito que a inteligência como totalidade única se deteriora durante a velhice, enquanto se verificou posteriormente que apenas algumas capacidades agrupadas como inteligência fluida são afetadas enquanto outras caracterizadas como inteligência cristalizada ficam constantes ou até melhoram; e c) a idade avançada é o único fator que influencia o desenvolvimento ou deterioração das capacidades intelectuais. Em relação ao último mito Lehr afirma que há pelo menos mais nove fatores influentes: declínio de fator G, rapidez, aptidão inata, nível educacional, treinamento, ambiente estimulante, saúde, sucesso na vida e motivação.

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Referencias

Publicado

2002-01-01

Número

Sección

nd

Cómo citar

Rozestraten, R. J. A. (2002). Evolução inicial dos estudos da inteligência do idoso: mitos e fatos. Paidéia (Ribeirão Preto), 12(23), 149-162. https://doi.org/10.1590/S0103-863X2002000200011