A dimensão metarepresentativa da brincadeira de faz-de-conta

Autores/as

  • Tania Mara Sperb UFRGS
  • Luciane de Conti UFRGS

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0103-863X1998000100007

Palabras clave:

desenvolvimento infantil, psicologia da criança, pensamento, pré-escolar

Resumen

A habilidade para metarepresentar de 14 tríades de crianças com média de idade de 5 anos e 2 meses foi investigada nas formas como as crianças iniciam o faz-de-conta e em como as relacionam com os termos mentais que empregam. Cada tríade brincou por 10 minutos numa sala da pré-escola. As verbalizações das crianças foram transcritas e codificadas segundo categorias de termos mentais e de formas de iniciar o faz-de-conta. As formas "planejada" e "entender o faz-de-conta no outro" foram as mais utilizadas pelas crianças, relacionando-se de forma decrescente com as categorias de termos mentais " expressão de desejo", dirigindo a interação", "modulação de asserção", "expressão de estado mental", sendo diferentes para meninos e meninas. Discute-se os resultados, considerando-se o isomorfismo entre a representação subjacente ao emprego dos termos mentais e à brincadeira de faz-de-conta.

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Referencias

Publicado

1998-08-01

Número

Sección

nd

Cómo citar

Sperb, T. M., & Conti, L. de. (1998). A dimensão metarepresentativa da brincadeira de faz-de-conta . Paidéia (Ribeirão Preto), 8(14-15), 75-89. https://doi.org/10.1590/S0103-863X1998000100007