Produzindo distâncias para evitar colisão contra um obstáculo fixo em ambiente rígido
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0103-863X1999000200002Palavras-chave:
Distância, Colisão, ObstáculosResumo
As pessoas, durante uma tarefa de caminhar sem visão para alvos previamente visualizados, usualmente realizam-na acuradamente, mesmo sem feedback visual. Quando falham, acidentes, como quedas, podem ocorrer. Estas falhas são geralmente associadas com erros humanos durante os processos de tomada de decisão, de ação ou de percepção. O presente trabalho foi desenvolvido para verificar se tais falhas, numa tarefa de evitar colisão, são associadas à orientação espacial e a tendências do observador. Planejamento: 4 grupos experimentais (Cena Completa, obstáculo e pontos de desvio; Imaginar, somente obstáculo; Sem Obstáculo; somente pontos de desvio; 10s de Atraso, obstáculo e pontos de desvio) x 3 distâncias do obstáculo (três, sete e 12 metros) x 2 distâncias de desvio (0,5 e 1,0 metro). Os observadores observaram a cena e, então, caminharam sem visão para os pontos de evitação. Os resultados mostraram uma acurácia no grupo Cena Completa, o que sugere uma pronunciada ação da informação visual na coordenação de comportamentos motores. A subestimativa encontrada nos outros indica que processos cognitivos, como a tendência do observador, podem conduzir a erros na ação. A acurácia na distância caminhada entre os pontos de desvio a 1,0m pode ser devida ao conforto da situação ou à forte ação da dimensão frontoparalela.Downloads
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