Utilitarismo: uma perspectiva psicofísica
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0103-863X2004000100003Palavras-chave:
Utilitarismo, psicofísica, filosofia, mensuraçãoResumo
As doutrinas psicológicas do Empirismo, Associacionismo e Hedonismo serviram de fontes intelectuais para o desenvolvimento do Utilitarismo no século XVIII e da psicofísica no século XIX. O Utilitarismo, articulado primeiramente por Bentham em 1781, apresenta quatro pressupostos psicofísicos implícitos, embora importantes: 1) que utilidade, que reflete "benefício, vantagem, prazer, bem, ou felicidade", são conceitos quintessencialmente psicológicos; 2) que utilidades são quantitativas; 3) que utilidades são comensuráveis através de diferentes objetos; e 4) que utilidades são comensuráveis entre indivíduos. Embora as utilidades algumas vezes refletem a satisfação de necessidades biológicas, elas comumente representam valências ou valores psicológicos, cujas forças subjetivas podem elas mesmas derivar, dinamicamente, de processos de tomada de decisão.Downloads
Referências
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Em relação à disponibilidade dos conteúdos, a Paidéia adota a Licença Creative Commons, CC-BY. Com essa licença é permitido copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato, bem como remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial, conferindo os devidos créditos autorais para à revista, fornecendo link para a licença e indicando se foram feitas alterações.
Reprodução parcial de outras publicações
Citações com mais de 500 palavras, reprodução de uma ou mais figuras, tabelas ou outras ilustrações devem ter permissão escrita do detentor dos direitos autorais do trabalho original para a reprodução especificada na revista Paidéia. A permissão deve ser endereçada ao autor do manuscrito submetido. Os direitos obtidos secundariamente não serão repassados em nenhuma circunstância.