Utilitarismo: uma perspectiva psicofísica

Autores

  • Lawrence Marks Yale University; John Pierce Laboratory

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0103-863X2004000100003

Palavras-chave:

Utilitarismo, psicofísica, filosofia, mensuração

Resumo

As doutrinas psicológicas do Empirismo, Associacionismo e Hedonismo serviram de fontes intelectuais para o desenvolvimento do Utilitarismo no século XVIII e da psicofísica no século XIX. O Utilitarismo, articulado primeiramente por Bentham em 1781, apresenta quatro pressupostos psicofísicos implícitos, embora importantes: 1) que utilidade, que reflete "benefício, vantagem, prazer, bem, ou felicidade", são conceitos quintessencialmente psicológicos; 2) que utilidades são quantitativas; 3) que utilidades são comensuráveis através de diferentes objetos; e 4) que utilidades são comensuráveis entre indivíduos. Embora as utilidades algumas vezes refletem a satisfação de necessidades biológicas, elas comumente representam valências ou valores psicológicos, cujas forças subjetivas podem elas mesmas derivar, dinamicamente, de processos de tomada de decisão.

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Referências

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Publicado

2004-04-01

Edição

Seção

nd

Como Citar

Marks, L. (2004). Utilitarismo: uma perspectiva psicofísica . Paidéia (Ribeirão Preto), 14(27), 9-16. https://doi.org/10.1590/S0103-863X2004000100003