Ocupar, lutar e (r)existir: notas etnográficas em duas ocupações

Auteurs

  • Paula Bolonha Paula Bolonha é mestranda em Antropologia Social pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
  • Marciano Kappaun Marciano é mestre em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo, pesquisador do CERNe e LabNau da Universidade de São Paulo

DOI :

https://doi.org/10.4000/pontourbe.3152

Mots-clés :

política, ocupação, movimento social, sem-teto

Résumé

Este texto se inscreve no contexto dos inúmeros protestos e manifestações dos movimentos sociais, recorrentes da crise política e econômica do país e da greve de funcionários, estudantes e professores na Universidade de São Paulo.1 Nossos campos foram realizados em duas ocupações, organizadas por movimentos sociais de moradia distintos. O resultado é uma breve etnografia escrita a quatro mãos. O primeiro relato foi realizado na Ocupação Mauá, região central da cidade de São Paulo, no bairro da Luz; o outro, na ocupação Hugo Chávez, 30km do primeiro, no bairro periférico de Guarulhos, no Jardim Ponte Alta I. 

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Publiée

2024-05-22

Numéro

Rubrique

Etnográficas especial: Narrativas urbanas em tempos perturbadores

Comment citer

Bolonha, P. ., & Kappaun, M. . (2024). Ocupar, lutar e (r)existir: notas etnográficas em duas ocupações. Ponto Urbe, 18, 1-9. https://doi.org/10.4000/pontourbe.3152