Ocupar, lutar e (r)existir: notas etnográficas em duas ocupações
DOI :
https://doi.org/10.4000/pontourbe.3152Mots-clés :
política, ocupação, movimento social, sem-tetoRésumé
Este texto se inscreve no contexto dos inúmeros protestos e manifestações dos movimentos sociais, recorrentes da crise política e econômica do país e da greve de funcionários, estudantes e professores na Universidade de São Paulo.1 Nossos campos foram realizados em duas ocupações, organizadas por movimentos sociais de moradia distintos. O resultado é uma breve etnografia escrita a quatro mãos. O primeiro relato foi realizado na Ocupação Mauá, região central da cidade de São Paulo, no bairro da Luz; o outro, na ocupação Hugo Chávez, 30km do primeiro, no bairro periférico de Guarulhos, no Jardim Ponte Alta I.
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