LA EXTENSIÓN UNIVERSITARIA COMO PRÁCTICA EN LA CONSTRUCCIÓN DE LA CIUDAD
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2317-2762.posfauusp.2026.248681Palabras clave:
extensión universitaria; producción de conocimiento urbano; formación profesional; coproducción de conocimiento; urbanismoResumen
El objetivo de este artículo es contribuir al debate actual sobre el papel de los programas de extensión universitaria en los ámbitos de la arquitectura y el urbanismo, basándose en investigaciones realizadas en una universidad pública brasileña. Se parte de la hipótesis de que las prácticas de extensión orientadas por los principios de la educación popular pueden funcionar como mecanismos de coproducción de conocimiento, articulando el conocimiento académico y el popular. Se plantean las preguntas: (a) ¿cómo influye la extensión universitaria en la formación profesional de los estudiantes?; y (b) ¿cómo actúa en el proceso de democratización de la producción de la ciudad? Se empleó un enfoque cualitativo de inspiración fenomenológica, respaldado por un grupo focal con participantes de un laboratorio de extensión, incluidos investigadores populares. Se identificaron cinco estructuras de significado: sus dimensiones pedagógicas, dialógicas y contrahegemónicas; el aprendizaje situado en la realidad urbana; la relación con valores y trayectorias personales; las tensiones con la enseñanza y la investigación; y las condiciones institucionales para la realización de estas prácticas. Estos ejes refuerzan que la extensión es una práctica formativa, política y epistemológica de dimensión estructural, e indican posibles vías para su integración en el proceso de formación profesional.
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