Tagging, violencia y contracultura
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2237-2423.v11ipe00113004Palabras clave:
Tagging, antropología, política, violencia, contraculturaResumen
Este ensayo propone una reflexión sobre el “tagging”, subgénero del graffiti, observándolo como un fenómeno urbano vinculado a la expresión de uno mismo o a su realidad. Los “taggers” son, en su mayoría, juzgados socialmente, ya que se considera el tagging como uma “depredación del espacio público”. Si se compara con el graffiti, el rechazo al “tagging" es notorio. Es necesario mirar a las posibles causas de su exclusión de la cultura brasileña, explorando específicamente la perspectiva de la violencia del Estado y cómo impacta la vida cotidiana.
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