Tagging, violencia y contracultura

Autores/as

  • Lucas Yuri Fernandes Silva Universidade de Brasília - UnB

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2237-2423.v11ipe00113004

Palabras clave:

Tagging, antropología, política, violencia, contracultura

Resumen

Este ensayo propone una reflexión sobre el “tagging”, subgénero del graffiti, observándolo como un fenómeno urbano vinculado a la expresión de uno mismo o a su realidad. Los “taggers” son, en su mayoría, juzgados socialmente, ya que se considera el tagging como uma “depredación del espacio público”. Si se compara con el graffiti, el rechazo al “tagging" es notorio. Es necesario mirar a las posibles causas de su exclusión de la cultura brasileña, explorando específicamente la perspectiva de la violencia del Estado y cómo impacta la vida cotidiana.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

BARBOSA, Rui. Oração aos moços. 5ª. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1999.

CARVALHO, José Murilo. “Cidadania a porrete”. In: Pontos e Bordados. Escritas de História e Política. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998. 2005, p. 307-309.

CARVALHO, Rodrigo Amaro de. “Entre prezas e rolês: pixadores de / em Belo Horizonte”. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2013.

CARVALHO, Rodrigo Amaro de. “Pixadores pela cidade: (i)legalidades e ambiguidades nas extensas relações da pixação de Belo Horizonte”. n. 22, São Paulo: Cadernos de Campo, 2013, p. 225-237.

CESAR, Vivian Aparecida Blaso Souza Soares; GEORGES, Vinicius Attie Buainain. “Muralismo e pixação: análise das linguagens, narrativas e laços sociais nos festivais CURA em Belo Horizonte e O.Bra em São Paulo”. In: Escrituras da cidade. Org: DIAS, Cristiane; BARBAI, Marcos; COSTA, Greciely. Campinas, São Paulo: Ed. Pontes Editores, 2019, p. 141-148.

CLASTRES, Pierre. “Do uno sem o múltiplo”; “Da tortura nas sociedades primitivas”. In: A Sociedade contra o Estado (investigações de antropologia política). Porto: Afrontamento, 2003 [1979], p. 165-171; p. 173-182.

DAMATTA, Roberto. “Você sabe com quem está falando? Um ensaio sobre a distinção entre indivíduo e pessoa no Brasil”. In: Carnavais, malandros e heróis: para uma sociologia do dilema brasileiro. 6ª, Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1997, p. 179-248.

DOUGLAS, Mary. “As abominações do Levítico”. In: Pureza e Perigo, Lisboa: Edições 70, 1991, p. 35-46.

LAZZARIN, Luís Fernando. “Grafite e o Ensino da Arte”. In: Educação e Realidade, vol. 32, nº. 7, jan./jun. 2007, p. 59-74.

OLIVEIRA, Barbara Lopes de. “Graffiti no DF: circuitos e trajetórias de uma estética liminar”. Monografia de graduação em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, Brasília, 2014, p. 49-102.

PANOFSKY, Erwin. A perspectiva como forma simbólica. Lisboa: Edições 70, 1993.

PEREIRA, Alexandre Barbosa. “As marcas da cidade: a dinâmica da pixação em São Paulo”. n. 79, São Paulo: Lua Nova, 2010, p. 143-162.

PEREIRA, Alexandre Barbosa. “Quem não é visto, não é lembrado: sociabilidade, escrita, visibilidade e memória na São Paulo da pixação”. Vol. 1, n. 2, Cadernos de Arte e Antropologia, 2012, p. 55-69.

PEREIRA, Carlos Alberto Messeder. O que é contracultura. 8ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1992.

SOUZA, David da Costa Aguiar de Souza. “Pichação carioca: etnografia e uma proposta de entendimento – síntese”. In: XIII Congresso Brasileiro de Sociologia, 2007, Recife. XIII Congresso Brasileiro de Sociologia, Recife: UFPE, 2007. Disponível em: https://portal.sbsociologia.com.br/portal/index.php?option=com_docman&task=cat_view&gid=156&Itemid=171.

Publicado

2024-10-28

Número

Sección

Ensaio

Cómo citar

Silva, L. Y. F. (2024). Tagging, violencia y contracultura. Primeiros Estudos, 11, e00113004. https://doi.org/10.11606/issn.2237-2423.v11ipe00113004