Procesos de Compartición en la Investigación Colectiva Antropológica: Una Reflexión sobre el GESF

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2237-2423.v12i1p1-22

Palabras clave:

Virus del Zika, Investigación Colaborativa, Intercambio de Datos

Resumen

La epidemia del virus del Zika, que comenzó en Brasil en 2015, impulsó la producción científica en el área de la salud y movilizó a varios investigadores, entre ellos los científicos sociales, quienes desempeñaron un papel significativo, destacándose las producciones antropológicas. Este artículo analizó un grupo de investigación en Ciencias Sociales de una universidad del Nordeste, el Grupo de Estudios e Investigación Salud y Familia (GESF), que contribuyó a la producción de conocimiento sobre la epidemia. El grupo utilizó entrevistas realizadas por un grupo de antropólogas de la universidad, junto con conceptos bibliográficos, para entender las dinámicas del intercambio de datos recopilados en entrevistas, diarios de campo, escritura conjunta y devoluciones con los sujetos e interlocutores.

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Biografía del autor/a

  • Luísa Lindoso, Universidade de Brasília

    Estudante de Antropologia pela Universidade de Brasília e de Direito pela UniProcessus.

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Publicado

2025-11-16

Número

Sección

Dossiê "Uma Antropologia da Ciência do Zika"

Cómo citar

Lindoso, L. (2025). Procesos de Compartición en la Investigación Colectiva Antropológica: Una Reflexión sobre el GESF. Primeiros Estudos, 12(1), 1-22. https://doi.org/10.11606/issn.2237-2423.v12i1p1-22