Ciencia del Zika en acción: notas sobre la producción científica en tiempos de urgencia en Recife/PE
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2237-2423.v12i1p24-40Palabras clave:
Epidemia de Zika, Legado, Conocimiento científicoResumen
En 2015, Brasil enfrentó un nuevo patógeno: el virus Zika. Transmitido por un vector ya conocido, el mosquito Aedes aegypti, el virus Zika trajo graves consecuencias reproductivas a los trópicos, culminando en el nacimiento de niños con múltiples discapacidades. Esta epidemia se convirtió en una emergencia de salud pública, movilizando a profesionales de la salud, autoridades sanitarias y medios de comunicación. Entre estos actores también se encontraban los científicos, que realizaron numerosas investigaciones entre 2015 y 2018 para comprender el fenómeno desconocido. Este artículo se centra en estos científicos y plantea dos preguntas principales: a) ¿Cómo influyó la epidemia de Zika en la producción científica y sus prácticas? b) ¿Hubo impactos duraderos en la ciencia derivados de esta epidemia? Para explorar estas cuestiones, analizamos entrevistas con 78 científicos involucrados en las respuestas e investigaciones sobre el Zika. Las entrevistas fueron realizadas entre 2020 y 2021 en la capital de Pernambuco y forman parte de una investigación colectiva financiada por la FAP/DF.
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