¿Qué se mueve conmigo? Un estudio sobre la experiencia desigual en la universidad desde la perspectiva de la Movilidad Urbana
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2237-2423.v12i1pe00124005Palabras clave:
Movilidad Urbana, Desigualdades Sociales, Métodos Móviles, Giro de las Movilidades, SombreoResumen
Este artículo revisita una investigación realizada en la carrera de Ciencias Sociales que buscó responder a la siguiente cuestión: ¿cómo las diferentes experiencias de trayecto hacia la Universidad de São Paulo expresan desigualdades sociales y de acceso? El objetivo inicial de la investigación era observar cómo el trayecto de estudiantes de la Facultad de Filosofía, Letras y Ciencias Humanas de la Universidad de São Paulo (FFLCH - USP) expresaba desigualdades sociales, partiendo de la concepción sociológica del Giro de la Movilidad y de la propuesta de los Métodos Móviles. La investigación también incorpora una adaptación de la técnica etnográfica propuesta por la autora Paola Jirón, el “seguimiento”. En este artículo buscamos discutir los métodos, resultados, limitaciones y alcances de esta investigación realizada como parte de nuestra formación como cientistas sociales. Además, mostramos cómo los análisis a partir de las movilidades pueden reflejar desigualdades sociales en la universidad, especialmente a través del seguimiento.
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