Soberania e representação: uma comparação entre Sieyès e Robespierre
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2237-2423.v12i1pe00123005Palabras clave:
representação, soberania, Robespierre, SieyèsResumen
Este ensayo pretende explorar las convergencias y divergencias entre los discursos pronunciados por Maximilien Robespierre entre 1792 y 1794 y el panfleto Qu'est-ce que le Tiers État? del Abate Sieyès. Nos centraremos en el uso del lenguaje de la voluntad para debatir cuestiones relacionadas con la representación y la soberanía. Aunque los textos no tratan de los mismos contextos inmediatos, el lenguaje político común y las cuestiones similares a las que se enfrentan los autores son fundamentales en el periodo revolucionario y nos permiten hacer esta comparación. En los escritos de ambos vemos una preocupación constante por la cuestión de la representación, que sería, según Sieyès, el objeto central de la Revolución Francesa. El panfleto del Abate fue instigado por la convocatoria de los Estados Generales y la discusión sobre cómo estaría representado cada Estado en la asamblea, lo que ya hace de la representación un tema fundamental del texto. En los discursos, vemos que Robespierre moviliza la voluntad general para condenar las acciones de los opositores que no actuaban según ella, sino según sus voluntades particulares, lo que sería un problema que podría surgir de la representación política. En ambos, la voluntad general aparece como algo que estaría por encima de la vida política, limitando a los poderes y pudiendo ser el árbitro último de sus acciones. Esta cuestión aparece de forma interesante en Sieyès, que la sitúa explícitamente como fundamento de la vida política. También está vinculada a su concepto de Poder Constituyente.En los textos analizados de Robespierre, el autor discute cómo puede actuar en relación con los poderes constituidos, más que su papel en la fundación de éstos.
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