E-People: juventud en red

Autores/as

  • Eduardo Henrique Esteves Caniato Sávio Universidade Federal de São Carlos image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2237-2423.v11i1pe00112003

Palabras clave:

Sociología Digital, Sociologia da la Juventud, Cibercultura, Cultura Juvenil, E-People

Resumen

Justo antes de la pandemia del Covid-19, ya estaba surgiendo una nueva cultura juvenil relacionada con internet. Dicha cultura tuvo un auge de crecimiento aún mayor por el uso de la red social TikTok y el aislamiento social por la pandemia, provocando que los jóvenes se queden más en casa y utilicen más las redes sociales para comunicarse. El surgimiento y proliferación de la cultura a través de Internet no es nada nuevo, al igual que las culturas juveniles que alguna vez fueron clasicadas como subculturas o tribus urbanas. En este trabajo se buscó una descripción sistemática de esta cultura conocida como E-Girls y E-Boys: sus relaciones, sus comportamientos, su producción cultural, así como su apariencia, comunicación y sus especicidades.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

ABRAMS, D. Social Identity, Psychology of. International Encyclopedia of the Social & Behavioral Sciences, 14306–14309. 2001. doi:10.1016/b0-08-043076-7/01728-9

BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. 179-212 pp. In: Magia e técnica, arte e política: Ensaios sobre literatura e história da cultura, obras escolhidas I. São Paulo: Editora Brasiliense, 8ª ed., 3ª reimp., 271 p. ISBN: 978-85-11-15628-7. 2016.

BOURDIEU, Pierre. A “juventude” é apenas uma palavra. In: Questões de sociologia. Rio de Janeiro: Marco Zero. pp. 112-121. 1983.

BOURDIEU, Pierre. A Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo: Perspectiva. 2015.

BUNGE, Mario. Sistemas Sociales y Filosofía. Argentina: Editorial Sudamerica, 2 ed. 1999.

DAYRELL, Juarez. A escola “faz” as juventudes? Reflexões em torno da socialização juvenil. Educação & Sociedade. 28 (100), pp. 1105-1128. 2007. https://doi.org/10.1590/S0101-73302007000300022

COOPER, Kelly-Leigh. Bianca Devins: como o assassinato de uma adolescente foi usado para ganhar cliques e seguidores nas redes sociais. BBC. 2019. Acessado em 04 de outubro de 2020, Disponível em

<https://www.bbc.com/portuguese/internacional-49092137>

GUO, Kitty. Belle Delphine and the Making of an E-Girl. Vice. 2020. Acessado em 04 de outubro de 2020. Disponível em

<https://www.vice.com/en/article/5dzdbk/belle-delphine-interview-2020>

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: Lamparina, 12ª ed., 1ª reimpr., 64 p. ISBN: 978-85-8316-007-6. 2015.

HEBDIGE, Dick. Subculture: The meaning of style. Routledge: London & New York. 2002.

JENNINGS, Rebecca. E-girls and E-boys, explained: The irony-laced aesthetic that exists mostly in the privacy of one’s own bedroom is the future of subculture. Vox. 2019. Acessado em 04 de outubro de 2020. Disponível em

<https://www.vox.com/the-goods/2019/8/1/20748707/egirl-definition-what-is-an-eboy>

JENNINGS. Rebecca. E-boys are the new teen heartthrobs - and they’re poised to make serious money: Popular e-boys on TikTok are nabbing fashion and entertainment deals. They could be the boy bands of the 2020’s, with way better style and minus the actual singing. Vox. 2020. Acessado em 04 de outubro de 2020. Disponível em

<https://www.vox.com/the-goods/2020/1/13/21064204/chase-hudson-hype-house-lil-huddy-eboy-style>

KENNEDY, Melanie. ‘If the rise of TikTok dance and e-girl aesthetic has taught us anything, it’s that teenage girls rule the internet now’: TikTok celebrity, girls and the Coronavirus crisis. European Journal of Cultural Studies. pp. 1-8. DOI: 10.1177/1367549420945341. 2020.

KOZINETS, Robert. Netnografia: Realizando Pesquisa Etnográfica Online. Penso. 2014.

LIMA, Jacob Carlos & PIRES, Aline Suelen. Juventudes e a nova cultura do trabalho. In: LEITE, Marcia de Paula, BIAVASCHI, Magda Barros, PAEZ, Carlos Salas & LIMA, Jacob Carlos. O trabalho em crise: flexibilidades e precariedades. São Carlos: EDUFSCar. pp. 105-130. 2020.

MAFFESOLI, Michel. O tempo das Tribos: O declínio do individualismo nas sociedades de massa. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2 ed., 232 p. 1998.

MAGNANI, José Guilherme Cantor. Tribos Urbanas: metáfora ou categoria? Cadernos de Campo. 2(2): 48 - 51. 1992b. Doi: https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v2i2p48-51 Disponível em: <https://www.revistas.usp.br/cadernosdecampo/article/view/40303>.

MISKOLCI, Richard. (2016). Sociologia Digital: notas sobre pesquisa na era da conectividade. Contemporânea: São Carlos, 6 (2): 275-297. 2016. http://dx.doi.org/10.4322/2316-1329.014.

MOSTERÍN, Jesús. Filosofía de la cultura. Madrid: Alianza Editorial. 179 p. 2007.

PAIS, José Machado. A construção sociológica da juventude: alguns contributos. Análise Social, vol. XXV (105-106), 1º., 2º., pp. 139-165. 1990.

PERALVA, Angelina. O jovem como modelo cultural. Revista Brasileira de Educação, (5 - 6): 15 - 24. 1997.

ROCHA, Paula Jung & MONTARDO, Sandra Portella. Netnografia: incursões metodológicas na cibercultura. E-Compós, v. 4. 2005. https://doi.org/10.30962/ec.55

ROMERO, Gustavo Esteban. Outline of a Theory of Scientific Aesthetics. Foundations of Science, 23 : 795 - 807. 2018. https://doi.org/10.1007/s10699-018-9551-5.

WAKKA, Wagner. Mercado dos games agora vale mais que indústrias de música e cinema juntas. Canaltech. 2021. Acesso em 09 abril 2022. Disponível em <https://canaltech.com.br/games/mercado-de-games-agora-vale-mais-que-industrias-de-musica-e-cinema-juntas-179455/>.

WIKIPEDIA. Floral Shoppe. Acesso em 06 dezembro 2022. Disponível em <https://en.wikipedia.org/wiki/Floral_Shoppe>

Publicado

2024-10-28

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

Sávio, E. H. E. C. (2024). E-People: juventud en red. Primeiros Estudos, 11, e00112003. https://doi.org/10.11606/issn.2237-2423.v11i1pe00112003