Mapeo de los actores estatales y privados en la generación de energía en América del Sur: un análisis empírico a partir de Global Energy Monitor
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1676-6288.bjlas.2026.245213Palabras clave:
Integración energética, Gobernanza, Generación de energía eléctrica, Propiedad de activos, América del SurResumen
Este artículo mapea la estructura de propiedad y control de las centrales de generación eléctrica en operación en América del Sur y analiza, desde una perspectiva interpretativa, cómo la heterogeneidad institucional observada se vincula con los desafíos de la integración energética regional. A partir de datos públicos del Global Energy Monitor (base de datos de octubre de 2025), se examinaron 5.795 centrales en operación en los doce países de América del Sur, abarcando seis segmentos de generación: hidroeléctrico, termoeléctrico a gas y petróleo, solar, eólico, carbón y bioenergía y cogeneración. La metodología se basa en la estandarización de la información de propiedad a nivel de activo y en la clasificación de los controladores en categorías estatal, privada y mixta, distinguiendo además el origen nacional o extranjero del capital, según el control económico y decisorio predominante. Se emplean dos métricas: el número de centrales (presencia) y la capacidad instalada (relevancia sistémica). Los resultados revelan tres modelos de gobernanza —estatista, híbrido y liberalizado— y una brecha sistemática entre presencia numérica y peso sistémico: el capital privado domina el número de proyectos, especialmente en fuentes renovables variables, mientras que el control estatal y mixto sigue siendo decisivo en la capacidad instalada, anclado en grandes centrales hidroeléctricas. El mapeo ofrece una base comparable y replicable para el debate sobre la integración energética sudamericana.
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Referencias
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