FRAGILIDADES ESTRUTURAIS DO TRATADO ANTÁRTICO

Autores/as

  • Friederick Brum Vieira Coordenação de Estruturas Territoriais. CET do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Programa interunidades em Integração da América Latina. Universidade de São Paulo.

    DOI:

    https://doi.org/10.11606/issn.1676-6288.prolam.2010.82408

    Palabras clave:

    América do Sul, Relações Internacionais, Geopolítica.

    Resumen

    Este artigo pretende mostrar que o Tratado Antártico, que entrou em vigor em
    1961, vem apresentando crescentes sinais de fragilidades como resultado da tensão não resolvida
    entre os interesses territorialistas e internacionalistas nele presentes. Argumenta-se que, não
    obstante aquele diploma internacional ter incorporado através do Protocolo de Madri, que
    entrou em vigor em 1998, importantes princípios de preservação ambiental, as reivindicações
    territoriais mantidas por vários países, entre eles os sul-americanos Argentina e Chile, minam
    os esforços no sentido de conservar a Antártica como um patrimônio ambiental da humanidade.
    O artigo esposa a ideia de que a ampliação de tais reivindicações no sentido das plataformas
    continentais por países reivindicantes torna urgente a reformulação do Tratado Antártico.

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    Referencias

    Publicado

    2010-06-01

    Número

    Sección

    Artigo Original

    Cómo citar

    Vieira, F. B. (2010). FRAGILIDADES ESTRUTURAIS DO TRATADO ANTÁRTICO. Brazilian Journal of Latin American Studies, 9(16), 153-163. https://doi.org/10.11606/issn.1676-6288.prolam.2010.82408