Aldear, mulherizar e reflorestar a política: reflexões sobre as candidaturas de indígenas mulheres nas eleições de 2022
DOI:
https://doi.org/10.11606/1678-9857.ra.215191Palabras clave:
candidaturas indígenas, indígenas mujeres, representatividad, ecología, ecofeminismoResumen
Proponemos aquí una reflexión sobre las candidaturas de indígenas mujeres en las elecciones de 2022 y su conexión con la agenda ecológica. Comenzamos con una discusión sobre la búsqueda de representación indígena en la política institucional y representativa brasileña como respuesta a una política anti-indígena intensificada por el gobierno Bolsonaro y la pandemia del COVID-19. A continuación, analizamos el surgimiento de la Campaña Indígena lanzada por la Articulación de los Pueblos Indígenas de Brasil (Apib) en 2022, a partir de movilizaciones que se fortalecieron en el cambio de década de 2010 a 2020, como los Campamentos Tierra Libre y las Marchas de Mujeres. Examinamos dos "llamados" que se derivan de esta Campaña: "indigenizar la política y recuperar Brasil" y "reforestar las mentes en defensa de los cuerpos-territorios". Esta última revela el papel crucial de las mujeres en la lucha contra la crisis ecológica y climática. Es en este sentido que nos preguntamos si el movimiento de indígenas mujeres y las candidaturas resultantes pueden conectarse con el llamado ecofeminismo.
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