Redes solidarias y redes de solidaridad: acogida humanitaria y política de vivienda en una ocupación urbana en São Paulo

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/1678-9857.ra.222911

Palabras clave:

movimientos sociales, redes, refugio palestino, conflicto sirio, vivienda, humanitarismo

Resumen

En este artículo, pretendo describir el desarrollo de redes de relaciones y eventos que llevaron al movimiento pro vivienda Terra Livre y al movimiento pro palestino Mop@t a crear la asociación que daría lugar a la ocupación de Leila Khaled. Estas redes están compuestas por actores, causas y territorios, que se espesan y expanden a través de la formación de coaliciones, eventos de alto impacto político y social, locales y transnacionales, alianzas y encuentros basados ​​en afinidades ideológicas y formas de solidaridad. A través del entrelazamiento de actores que se articulan en redes y dinámicas contextuales específicas, la ocupación será posible, territorializando las agendas políticas, las familias brasileñas y palestinas y los movimientos sociales. Al mismo tiempo, producirá redes y conexiones que ampliarán el potencial político fuera de la ocupación, abarcando instalaciones públicas y ONG y la cuestión de la vivienda.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Helena Manfrinato, Universidade de São Paulo
    Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de São Paulo (USP). Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP), Campus de Araraquara. Membro integrante do Nupre, Núcleo de Estudos de Política, Religião e Espaço Público, na Universidade de São Paulo (USP). Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Política e Antropologia da Religião.

Referencias

BUTLER, Judith. Quadros de Guerra. São Paulo: Civilização Brasileira, 2015.

CHARBEL, Pedro Ferraracio. Mobilidades transnacionais e dinâmicas urbanas - alianças na precariedade. 2019. Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019.

DROTBOHM, Heike. (2016) “Paredes porosas: Proteção fragmentada em face do deslocamento de migrantes no Brasil” In: https://www.law.ox.ac.uk/research-subject-groups/centre-criminology/centreborder-criminologies/blog/2016/05/porous-wall

FILADELFO, Carlos. A Luta está no sangue: família, política e movimentos de moradia em São Paulo. Tese (Doutorado em Antropologia Social). São Paulo: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas – Universidade de São Paulo, 2015.

GOLDMAN, Márcio. Como funciona a democracia: uma teoria etnográfica da política. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2006.

HAMID, Sônia Cristina. (Des)integrando refugiados: os processos do reassentamento de palestinos no Brasil. 2012. 326 f., il. Tese (Doutorado)—Universidade de Brasília,

LUTZ, Catherine A. Unnatural Emotions: Everyday Sentiments on a Micronesian Atoll and Their Challenge to Western Theory. Chicago: University of Chicago Press, 1988.

MACHADO, Juliana Gomes. Copa pra quem? Estado de exceção e resistências em torno da Copa do Mundo FIFA 2014. 2015. Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.

MANFRINATO, Helena de Morais. “Islã, mídia e direitos humanos: políticas de representação e visibilidade a partir do agenciamento de uma rede de instituições islâmicas nos pós-onze de setembro”, dissertação defendida em 2015, no PPGAS-USP.

______________________ Dos quadros de guerra à participação: novas sobre a jornada do refúgio palestino em São Paulo. São Paulo: Cadernos de Campo, 2017.

MARTINS, Flávia Elaine da Silva. Cruzando olhares: imigrantes e refugiados nos movimentos de ocupação em São Paulo. In: TRAVESSIA - Revista do Migrante - Nº 82 - Janeiro - Abril / 2018.

OTHMAN, Helena de Morais Manfrinato. Dos quadros de guerra à participação: socialidade, redes de ajuda e política na ocupação urbana Leila Khaled. 2022. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2022.

SILVA, G. J; CAVALCANTI, L; OLIVEIRA, T; MACEDO, M. Refúgio em Números, 5ª Ed. Observatório das Migrações Internacionais; Ministério da Justiça e Segurança Pública/ Comitê Nacional para os Refugiados. Brasília, DF: OBMigra, 2020.

STRATHERN, 2014. “O conceito de sociedade está teoricamente obsoleto?” O efeito etnográfico e outros ensaios. São Paulo: Cosac Naify, 2014.

SCHIOCCHET, Leonardo. Integration and Encounter in Humanitarian Tutelage. In From Destination to Integration – Afghan, Syrian And Iraqi Refugees in Vienna, pp.9-35, Kohlbacher, Josef and Schiocchet, Leonardo (Eds.). Vienna: Austrian Academy of Sciences Press, 2017.

PERIN, Vanessa. “Um campo de refugiados sem cercas”: etnografia de um aparato de governo de populações refugiadas. Horizontes Antropológicos: Porto Alegre, ano 20, n. 41, p. 303-330, jan./jun. 2014.

Zelaya, S. (2017). A mobilização de refugiados e suas linguagens. Notas etnográficas sobre um campo de interlocução em transformação. Cadernos De Campo (São Paulo - 1991), 25(25), 400-420. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v25i25p400-420

Publicado

2025-12-02

Número

Sección

Dossiê Producing Regimes of Asylum in Brazil and Italy

Datos de los fondos

Cómo citar

Manfrinato, H. (2025). Redes solidarias y redes de solidaridad: acogida humanitaria y política de vivienda en una ocupación urbana en São Paulo. Revista De Antropologia, 68. https://doi.org/10.11606/1678-9857.ra.222911