Um modelo teórico-experimental de corridas para avaliação de atletas através de gráficos

Autores/as

  • Antonio Vanderlei dos Santos Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, Santo Ângelo, RS, Brasil.
  • Neusa Aparecida Siqueira Cavalheiro Mustafá Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, Santo Ângelo, RS, Brasil.
  • Caroline Brand Pontificia Universidad Católica de Valparaíso, Escuela de Educación Física, Valparaíso, Chile.
  • Carlos Augusto Fogliarini Lemos Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, Santo Ângelo, RS, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-4690.2025e39194403

Palabras clave:

Biomecânica, Derivada, Modelagem matemática, Treinamento esportivo

Resumen

Este estudo tem como objetivo modelar matematicamente corridas de curta duração de atletas e de pessoas que não praticam esportes, a fim de levantar a equação horária dos dois corredores. Trata-se de um estudo de caso observacional de cunho quantitativo com a participação de um indivíduo sedentário e um atleta da série ouro do futsal gaúcho, ambos praticantes de corridas de curta duração. Foi utilizada uma Câmera de filmagem Sony e o Programa Sony Vegas 8.0 para a análise. Ainda, foram filmadas e analisadas duas séries de corridas de 10 e 20 metros de cada participante. A partir disso, foram calculadas as derivadas de aceleração das curvas, verificando o desempenho completo do atleta em todo o percurso da prova. Assim, foi possível modelar o desempenho dos participantes de provas de curta duração usando um método de primeiros princípios. Os resultados apontam que o desempenho dos participantes é semelhante, já que a pessoa que não pratica esportes apresenta aptidão para corridas de curta duração. Conclui-se que para o atleta, na corrida de 10m, a desaceleração do atleta demonstra que a modelagem está correta, pois a aceleração negativa indica que ele diminuiu sua velocidade. Já na corrida de 20m, observa-se que a velocidade em função do tempo sempre aumenta e encontramos sempre uma aceleração positiva. 

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

1. Enright E, Gard M. Media, digital technology and learning in sport: a critical response to Hodkinson, Biesta and James. Phys Educ Sport Pedagog. 2016;21(1):40-54.

2. Mucedola MS. Applying Health and Physical Education Teacher Pedagogy in a Community Setting. J Phys Sports Educ. 2018;31(5):45-47.

3. Sareen R. US Patent 10,628,729. 2020. Disponível em: https://patents.google.com/patent/US10628729B2/en.

4. Faubert J. Professional athletes have extraordinary skills for rapidly learning complex and neutral dynamic visual scenes. Sci Rep. 2013;3:1154.

5. Eils E, et al. Characteristic plantar pressure distribution patterns during soccer-specific movements. Am J Sports Med. 2004;32(1):140-145.

6. Orange ST, et al. Test-Retest reliability of a commercial linear position transducer (gym aware power tool) to measure velocity and power in the back squat and bench press. J Strength Cond Res. 2020;34(3):728-737.

7. Kerdok AE, et al. Energetics and mechanics of human running on surfaces of different stiffnesses. J Appl Physiol. 2002;92(2):469-478.

8. Neptune RR, Sasaki K. Ankle plantar flexor force production is an important determinant of the preferred walk-to-run transition speed. J Exp Biol. 2005;208(5):799-808.

9. Yeadon MR. The biomechanics of the human in flight. Am J Sports Med. 1997;24(4):575-580.

10. Cavanagh PR. Biomechanics of distance running. São Paulo: Human Kinetics; 1990.

11. Faubert J. Professional athletes have extraordinary skills for rapidly learning complex and neutral dynamic visual scenes. Sci Rep. 2013;3:1154.

12. Oliveira PRM. Contribuição da biomecânica para a melhoria do rendimento desportivo, em atletismo: desenvolvimento e validação de uma unidade de medição inercial dedicada [tese]. Evora (PT): Instituto de Investigação e Formação Avançada, Universidade de Evora; 2020.

13. Yildiz S, et al. The relationship between start speed, acceleration and speed performances in soccer. Universal J Educ Res. 2018;6(8):1697-1700.

14. Roschel H, Tricoli V, Ugrinowistsch C. Treinamento físico: considerações práticas e científicas. Rev Bras Educ Fís Esporte. 2011;25:53-65.

15. Shinabargar AJ, Hellrich M, Baker B. What makes Usain Bolt unique as a sprinter? Phys Teach. 2010;48(6):365.

Publicado

2026-07-31

Número

Sección

Artículos

Cómo citar

Santos, A. V. dos, Brand, C., & Lemos, C. A. F. (2026). Um modelo teórico-experimental de corridas para avaliação de atletas através de gráficos (N. A. S. C. Mustafá, Trad.). Revista Brasileira De Educação Física E Esporte, 39, e39194403. https://doi.org/10.11606/issn.1981-4690.2025e39194403