Sazonalidade e tendência da espessura óptica de aerossóis em Santarém-PA (2005-2021) a partir dos dados do Satélite Aura/OMI

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/eISSN.2236-2878.rdg.2026.221625

Palavras-chave:

Variabilidade Sazonal, Tendências, Mudanças climáticas

Resumo

A pesquisa examinou a espessura óptica de aerossóis em Santarém-PA, no período de 2005 a 2021, dando ênfase às variações sazonais e às tendências a longo prazo. Com base nas informações do satélite Aura/OMI, constatou-se uma variação na concentração de aerossóis ao longo do ano, com picos na época de seca, principalmente por causa das queimadas e do desmatamento. O estudo também evidenciou um aumento contínuo na espessura óptica dos aerossóis, com uma taxa de crescimento de 7,60% por década, principalmente após 2015. A avaliação empregou a regressão linear e o teste de Mann-Kendall para confirmar essas alterações. As variações sazonais evidenciaram um crescimento mais expressivo nos meses mais secos, associados a fenômenos climáticos como o El Niño. Além disso, a análise da precipitação e da temperatura do ar reforçou essa relação, evidenciando que os períodos de menor pluviosidade e temperaturas mais elevadas coincidem com o aumento da concentração de aerossóis. O estudo auxilia na compreensão do comportamento da espessura óptica dos aerossóis na região amazônica, apesar de existirem restrições, como a resolução espacial dos dados do satélite e a exigência de dados adicionais para aprofundar as análises.

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Biografia do Autor

  • Ana Caroline da Silva Macambira, Universidade Federal do Oeste do Pará

    Possui graduação em BI em Ciências da Terra pela Universidade Federal do Oeste do Pará (2020), graduação em Ciências Atmosféricas pela Universidade Federal do Oeste do Pará (2023) e ensino médio pela Escola estadual de ensino fundamental e médio José de Alencar (2014). Tem experiência na área de Geociências. 

  • Lucas Vaz Peres, Universidade Federal do Oeste do Pará

    Possui Graduação em METEOROLOGIA (2010), mestrado em Meteorologia (2013) e Doutorado em Meteorologia (2016), ambos pela Universidade Federal de Santa Maria (2016), além período de Doutorado Sanduiche (2015), Pós Doutorado (2021) e Professor Visitante no Exterior Júnior (2024-2025) na Université de La Réunion, França. Desde 2017 é Professor Adjunto da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), atuando principalmente nos cursos Bacharelado em Ciências Atmosféricas, Bacharelado Interdissilinar em Ciências da Terra e desde 2023 no Programa de Pós Graduação em Recursos Naturais da Amazônia (PPGRNA). Membro do Comitê de Pesquisa e um dos criadores do Observatório Atmosférico da Amazônia da UFOPA, que tem como missão a concatenação de medidas atmosfércas representativas tanto da troposfera, estratosfera, mesosfera e ionosfera, bem como do campo magnético terrestre, contribuindo para o melhor entendimento munticamadas atmosfericas do clima no interior da região amazônica. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Meteorologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Influências do buraco de ozônio antártico,aerossóis atmosféricos, Espectrofotômetro Brewer e radiação ultravioleta.

  • Damaris Kirsch Pinheiro, Universidade Federal de Santa Maria

    Possui graduação em Engenharia Química pela Universidade Federal de Santa Maria (1990), mestrado em Engenharia Química pela Universidade de Campinas (1992) e doutorado em Geofísica Espacial pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (2003). Atualmente é professora associada da Universidade Federal de Santa Maria. Atuou como professora convidada em 2023 no Laboratoire D'Informatique em Calcul Intensif et Image Pour la Simulation (LICIIS) da Université de Reims Champagne-Ardenne (URCA) na França, com apoio financeiro do Programa CAPES-PRINT. Foi eleita Membro da Comissão Internacional de Ozônio (IO3C), quadriênio 2024 - 2028. Tem experiência na área de Química da Atmosfera, atuando principalmente nos seguintes temas: ozônio atmosférico, radiação ultravioleta e aerossóis atmosféricos. Ministra aulas e orienta alunos nos cursos de graduação em Engenharia Química e Meteorologia, Especialização em Educação Ambiental, presencial e à distância, Especialização em Mudanças Climáticas à distância e Pós-Graduação em Meteorologia da Universidade Federal de Santa Maria. Exerceu a função de Coordenadora do Curso de Graduação em Engenharia Química da UFSM de 2012 a 2019 e Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Meteorologia da UFSM de 2021 a 2025. Coordenou os projetos de cooperação científica França - Brasil, Projeto MESO - Modelagem e previsão dos Efeitos Secundários do buraco de Ozônio antártico, financiado por CAPES e COFECUB, de 2017 a 2021, e Projeto B2IST - Biomass Burning and Impacts in the Southern Tropics, financiado pela CAPES, Programa CLIMAT-AmSud, de 2023 a 2024.

  • Hassan Bencherif, University of Reunion Island

    Professor da Universidade de La Réunion, na Ilha da Reunião, França. Possui doutorado em Ciências Atmosféricas pela Universidade Pierre et Marie Curie, de Paris. É especialista em sensoriamento remoto, e sua pesquisa concentra-se na área de dinâmica e variabilidade atmosféricas, com foco nas mudanças do ozônio, dos aerossóis e da composição da atmosfera nos trópicos. Hassan Bencherif é pesquisador responsável (Principal Investigator – PI) por diversos programas internacionais de pesquisa e cooperação acadêmica envolvendo Marrocos, Brasil, Argentina, Madagascar, Comores e África do Sul.

  • Maria Paulete Martins, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

    Bacharel em Física pelo Instituto de Física da Universidade de São Paulo (1986), mestre em Ciências pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (1991) e doutora em Geofísica Espacial pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE (1996). Pesquisadora titular do INPE desde 1997 na área de Geociências, principalmente nos seguintes temas: monitoramento ambiental, LIDAR, camada de ozônio, qualidade do ar e das águas e educação ambiental. Coordenadora do curso de Pós Graduação em Meteorologia do INPE, gestão 2009-2013

  • Vagner Anabor, Universidade Federal de Santa Maria

    É um pesquisador brasileiro na área de Meteorologia, cuja carreira acadêmica é marcada por um profundo compromisso com o avanço do conhecimento atmosférico e a inovação na previsão de eventos extremos. Concluiu a graduação em Meteorologia pela Universidade Federal de Pelotas em 2001. Obteve o título de Mestre em Sensoriamento Remoto pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que concluiu com êxito em 2004. A climatologia temporal, espacial e morfológica de Sistemas Convectivos de Mesoescala, fenômeno cada vez mais destaque devido à sua severidade no atual cenário de mudanças climáticas e eventos meteorológicos extremos. Em 2008 concluiu o Doutorado em Física pela Universidade Federal de Santa Maria continuando seus estudos sobre Sistemas Convectivos de Mesoescala através de uma cooperação com o Laboratório Nacional de Tempestades Severas NSSL/NOAA/EUA. Nesta colaboração, trabalhou com simulações numéricas de alto desempenho utilizando o modelos atmosféricos regionais e ferramentas de última geração para a previsão de tempo severo. O doutorado em física proporcionou-lhe uma base sólida em física atmosférica, permitindo-lhe explorar questões complexas relacionadas ao comportamento atmosférico e aos sistemas climáticos em várias escalas. Já publicou mais de 50 artigos em periódicos científicos, cobrindo tópicos como fenômenos de turbulência, circulações locais, nevascas no Sul do Brasil, condições climáticas severas, modelagem atmosférica regional, troca de Ozônio troposfera-estratosfera e sensoriamento remoto para o rastreio de tornados. Sua experiência em pesquisa abrange fenômenos nas escalas atmosféricas micro, meso e sinótica. Ele detém duas patentes relacionadas a previsão de demanda de carga de eletricidade e fenômenos climáticos, recebendo o prêmio de Inventor Petrobrás 2020. Membro fundador do Grupo de Modelagem Atmosférica de Santa maria e há 15 anos atua como professor do programa de pós-graduação em Meteorologia da Universidade Federal de Santa Maria, Brasil, tendo orientado 5 dissertações de mestrado e 3 teses de doutorado. Atualmente suas pesquisas estão focadas na investigação do transporte de grande escala de aerossóis oriundos de incêndios e queimadas na Amazônia, bem como o seu impacto na precipitação nas tempestades, processos de camada limite planetária, previsão de demanda de carga elétrica com base meteorológica, tempestades severas capazes de gerar frentes de rajadas, granizo e micro-explosões. A maioria dessas atividades se desenvolvem via projetos de cooperação internacional com França (CAPES/COFECUB) e o Instituto de Física da Atmosfera de Pequim, IAP/CAS China, projeto que permitiu a instalação de um RADAR de nuvens em banda X/Ka na UFSM, região Sul do Brasil.

  • Jose Valentin Bageston, Universidade Federal de Santa Maria

    Possui graduação em Física (2003) pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), mestrado (2005) e doutorado (2009) em Geofísica Espacial pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE-MCTI). Realizou pesquisas a nível de pós-doutorado, também no INPE, como bolsista de Pós-doutorado Júnior do CNPq, entre janeiro e setembro de 2010, e posteriormente, entre outubro de 2010 e janeiro de 2013, atuou em projeto de Pós-doutorado aprovado na FAPESP. De fevereiro de 2013 a janeiro de 2014 atuou como Professor Adjunto na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no Campus de Guarapuava-PR. Em fevereiro de 2014 ingressou no INPE/MCTI como Pesquisador de carreira, no nível Adjunto I. Atualmente é Pesquisador Titular III e está lotado na Coordenação Espacial do Sul (COESU), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE-MCTI), em Santa Maria-RS. No antigo Centro Regional Sul (CRS), atual COESU, ocupou o cargo de Chefe do Serviço do Projeto Antártico (PAN) do INPE de abril de 2016 a setembro de 2020, quando esse serviço foi descontinuado com a reestruturação do INPE. No momento ocupa o cargo de Coordenador da COESU/INPE-MCTI e também continua como responsável científico pelo Observatório Espacial do Sul (OES/COESU/INPE-MCTI), situado no interior do município de São Martinho da Serra-RS. Além das atividades científicas e administrativas no INPE, também atua como Professor Colaborador Voluntário no Programa de Pós-Graduação em Meteorologia (PPGMet) do Departamento de Física da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Possui experiência técnica em instrumentação óptica, incluindo calibrações em laboratório, montagem, testes, instalação e manutenção de instrumentos em diversos locais. Atua em pesquisas científicas na grande área das Ciências Espaciais e Atmosféricas, com particular interesse pelos fenômenos físicos e químicos da média e alta atmosfera terrestre.

  • Domingas de Oliveira Almeida, Universidade Federal do Oeste do Pará

    Bacharela em Ciência e Tecnologia, Mestra em Ciências Ambientais pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e Doutoranda em Clima e Ambiente pelo INPA/UEA. Possui MBA em Data Science e Analytics pela USP/Esalq. Desde 2022 atua na área de Ciências Ambientais com ênfase em análise e modelagem de dados ambientais, desenvolvendo pesquisas relacionadas à dinâmica espaço-temporal de poluentes atmosféricos, especialmente material particulado. Integra o grupo de pesquisa Ciências Atmosféricas na Amazônia, com foco em variabilidade climática, queimadas e qualidade do ar na região amazônica.

  • Nelson Begue, Universidade de Reunion Island, University of Reunion Island

    Conférences (Professor Associado) na Universidade de La Réunion e desenvolve suas atividades de pesquisa no LACy (Laboratoire de l’Atmosphère et des Cyclones) desde setembro de 2013. Desde setembro de 2015, é responsável pedagógico pelo segundo ano do curso de graduação em Física da Universidade de La Réunion. É doutor desde novembro de 2012, com uma tese dedicada à modelagem da evolução das propriedades ópticas e físico-químicas dos aerossóis durante seu transporte em grande escala. Sua área de especialização abrange a variabilidade e o envelhecimento dos aerossóis na região da UT-LS (Upper Troposphere–Lower Stratosphere, Alta Troposfera–Baixa Estratosfera). 

  • Nkanyiso Mbatha, University of Zululand

    Ingressou no Departamento de Geografia da Universidade de Zululand (Empangeni, África do Sul) em 2016. Leciona disciplinas de Geografia Física desde o primeiro ano da graduação até o nível de Honours (graduação com formação avançada). É doutor em Física Atmosférica (2011) pela Universidade de KwaZulu-Natal (Durban, África do Sul). Suas atividades de pesquisa concentram-se nas áreas de Física e Química da Atmosfera. Colabora com pesquisadores de diversas universidades, incluindo a Universidade de KwaZulu-Natal, a Universidade de Venda e a Universidade de La Réunion, na França.

  • Theomar Trindade de Araújo Tiburtino Neves, Universidade Federal do Oeste do Pará

    Possui graduação em Meteorologia pela Universidade Federal de Alagoas (2007) e, mestrado (2010) e doutorado (2015) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Tem experiência na Meteorologia nas áreas de Micrometeorologia, com ênfase em Camada Limite Atmosférica (TCC, Dissertação, Tese e Bolsa FAPEAM), e Climatologia, Mudanças Climáticas (Bolsa CNPq), atuando principalmente nos seguintes temas: camada limite convectiva, camada limite noturna, balanço de energia, modelo LES (PALM) e Amazônia. Na última modalidade, o doutorado, realizado em São José dos Campos/SP, foi desenvolvida a tese ligada a modelagem da CLC através de LES sobre a Amazônia. Atualmente, atua no cargo de Professor de Magistério Superior na Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). Atualmente investigando o uso de Aprendizado de Máquina aplicado a meteorologia.

  • Alex Santos da Silva, Universidade Federal do Oeste do Pará

    Bacharel em Meteorologia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). Durante a graduação, desenvolveu pesquisas na área de Modelagem Atmosférica (modelos de mesoescala MM5 e WRF). Mestre em Meteorologia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), na área de Modelagem Climática (modelos acoplados Oceano/Atmosfera/Criosfera SPEEDO e SPEEDY-NEMO). Doutor em Meteorologia Aplicada pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), com período co-tutela em Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Professor do Curso de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).

  • Gabriel Brito Costa, Universidade Federal do Oeste do Pará

    É Bacharel em Meteorologia pela Universidade Federal do Pará (2007). Mestre em Meteorologia pela Universidade Federal de Alagoas (2009). Doutor em Ciências (Área de concentração: Ecologia Aplicada) pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) e Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA) da Universidade de São Paulo - USP (2015). É professor Associado I da Universidade Federal do Oeste do Pará, na área de Agrometeorologia. É Membro colaborador do GEOMA - Grupo de Estudos Observacionais e de Modelagem da Interação Biosfera-Atmosfera integrante do INCT Observatório Nacional da Dinâmica da Água e de Carbono no Bioma Caatinga (ONDACBC). É membro colaborador do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Mudanças Climáticas (INCLINE - INterdisciplinary CLimate INvestigation cEnter) da Universidade de São Paulo (USP). É membro do Conselho Consultivo Científico GERBRAS-SCIENCENET, fórum de cooperação entre instituições de ensino superior e pesquisa brasileiras e alemãs interessadas no desenvolvimento de iniciativas conjuntas em ciência e tecnologia, com foco especial em sustentabilidade. É membro da Sociedade Brasileira de Agrometeorologia - SBAGRO. Tem experiência na área de Ciências Ambientais e Geociências, com ênfase em Meteorologia, atuando nas seguintes áreas: Agrometeorologia, Micrometeorologia, Climatologia, Hidrometeorologia, Biometeorologia e Ecologia, com estudos aplicados em análises estatísticas de caracterização de ciclos biogeoquímicos (CO2, CH4, H2O), balanço de Carbono em sistemas agrícolas e florestas tropicais, projetos de REDD+, gestão de recursos hídricos, uso de energias renováveis, impactos e mitigação das mudanças climáticas em monoculturas de interesse da Bioeconomia, fluxos de energia e água em ambientes agrícolas e ecossistemas tropicais, como floresta de terra firme, áreas inundáveis e outros tipos de coberturas superficiais, através de medições In Situ, uso de produtos de Satélite e aplicações de modelos de Inteligência Artificial em dados de Sensoriamento Remoto, além de Modelagem Atmosférica. Apresenta os seguintes índices H de impacto de produção: Scopus=12, Web Of Science=12, Google Scholar=14, ResearchGate=13. Participou da coordenação dos cursos Bacharelado em Ciências Atmosféricas e de Agronomia da Universidade Federal do Oeste do Pará. Atuou como diretor de pesquisa da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Tecnológica da Ufopa. Coordena o grupo de pesquisa IBAMA - Interação Biosfera-Atmosfera e Micrometeorologia da Amazônia , envolvendo pesquisadores da UFOPA e Grupos externos no âmbito da pesquisa. Atuou como Assessor de Relações Nacionais e Internacionais da UFOPA (ARNI). É coordenador do Laboratório de Agrometeorologia com Modelagem da Bioeconomia e Diagnóstico Ambiental- LAMBDA, onde funciona a Sala de Situação Meteorológica do Tapajós - UFOPA. É docente permanente credenciado nos Programas de Pós-Graduaçãos em Ciências Climáticas (PPGCC/UFRN); Ciência, Tecnologia e Inovação Florestal (PPGCTIF/UFOPA) e Sociedade, Natureza e Desenvolvimento (PPGSND/UFOPA), além de colaborador em outros programas Institucionais e externos. Atualmente, está como coordenador regional do curso de Doutorado do Pólo UFOPA do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Biotecnologia (REDE BIONORTE).

  • Rodrigo da Silva, Universidade Federal do Oeste do Pará

    Possui Licenciatura Plena em Física pela Universidade Federal de Santa Maria - UFSM (1997), Mestrado (2000) e Doutorado (2006) em Física também pela UFSM. Seu doutoramento foi realizado em cooperação com a State University of New York (SUNY) dentro do Programa LBA. Em 2005 mudou-se para Amazônia para realizar a coordenação técnica-cientifica dos sítios experimentais do Programa LBA e coordenar o Setor de Treinamento e Educação do LBA em Santarém. Em 2006 tornou-se Professor Adjunto da Universidade Federal do Pará (UFPA) em Santarém, PA. Fez parte da equipe que elaborou e implementou o Curso de Graduação de Física Ambiental Licenciatura Plena. Em 2007 fez parte da comissão que elaborou a proposta do Programa de Pós-Graduação em Recursos Naturais da Amazônia (PPG-RNA), aprovado pela CAPES em 2008. Em 2008 fez parte da comissão que elaborou o projeto de criação da Universidade Federal do Oeste do Pará. De 2009 a 2011 assumiu a Coordenação Regional do Programa LBA em Santarém. De 2010 a 2015 foi membro do Comitê Cientifico Internacional do Programa LBA. De 2010 a 2011 foi Diretor de Pós-Graduação da Universidade Federal do Oeste do Pará. Em 2011 foi eleito Membro Afiliado da Academia Brasileira de Ciência para o quinquênio 2011-2015. Em 2011 fez parte da comissão que elaborou o projeto do Programa de Pós-Graduação Sociedade, Natureza e Desenvolvimento (PPG-SND)? Curso de Doutorado, aprovado pela CAPES em 2012. Foi Coordenador Adjunto do PPG-SND até 2015. Em 2012 e 2014 foi Coordenador do Programa de Graduação em Ciências da Terra (PCdT) da UFOPA. Desenvolve pesquisa em parceria com grupos nacionais da: UFSM, UFPA, MPEG, INPA, INPE, UEA, USP/CENA/ESALQ, UNICAMP e EMBRAPA; e com grupos estrangeiros da: State University of New York (S.U.N.Y.); University of Arizona (UA); Harvard University, University of Washington e University of Cambridge. Sua experiência é na área de Geociências e Física, com ênfase em Micrometeorologia, atuando principalmente nos seguintes temas: - Física do Clima na Amazônia e sua relação com as mudanças no uso da terra e as mudanças climáticas globais. Seus estudos estão concentrados na região da confluência dos Rios Tapajós, Arapiuns e Amazonas e na região de influencia da BR-163 (FLONA do Tapajós).

Referências

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Publicado

2026-06-26

Como Citar

Macambira, A. C. da S., Peres, L. V., Pinheiro, D. K., Bencherif, H., Martins, M. P., Anabor, V., Bageston, J. V., Almeida, D. de O., Begue, N., Mbatha, N., Neves, T. T. de A. T., Silva, A. S. da, Costa, G. B., & Silva, R. da. (2026). Sazonalidade e tendência da espessura óptica de aerossóis em Santarém-PA (2005-2021) a partir dos dados do Satélite Aura/OMI. Revista Do Departamento De Geografia, 47, e221625. https://doi.org/10.11606/eISSN.2236-2878.rdg.2026.221625