Avaliação dos impactos ambientais sobre mesoinvertebrados no ecossistema manguezal de Maceió – Nordeste do Brasil
DOI:
https://doi.org/10.11606/eISSN.2236-2878.rdg.2026.244325Palavras-chave:
APACC, Atividade antropogênica, Fauna edáficaResumo
Os manguezais são ecossistemas costeiros importantes para a biodiversidade, mas estão ameaçados pelas atividades antrópicas. Dentre os organismos mais sensíveis, destacam-se os mesoinvertebrados, utilizados como bioindicadores ambientais. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar os impactos ambientais antrópicos sobre os mesoinvertebrados em um ecossistema manguezal em Maceió, Alagoas, Brasil. A pesquisa foi realizada nos meses set./dez./2024 e mar./jun./2025, na Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais, em três áreas de manguezal (desmatado, fragmentado e com deposição de resíduos). Coletaram-se 10 amostras de solo+serrapilheira em cada área para quantificação dos mesoinvertebrados, e foram aplicados os índices ecológicos de Shannon (H) e Pielou (J´). Realizaram-se determinações do conteúdo de água e da temperatura do solo. Os dados foram analisados estatisticamente por meio da correlação de Spearman. Os resultados mostram que o grupo Collembola apresenta maior abundância no manguezal fragmentado devido à maior influência das marés, que eleva a umidade do solo e beneficia a atividade dos colêmbolos. No manguezal desmatado, a remoção da vegetação expõe o solo à radiação solar direta, limitando o número de indivíduos. A maior disponibilidade de alimento e abrigo no manguezal com deposição de resíduos contribui para maior abundância de mesoinvertebrados e riqueza de grupos taxonômicos. Entretanto, a presença de Blattodea está associada ao lançamento de esgoto, que também restringe grupos sensíveis à poluição. A dominância de Acarina indica que os impactos antropogênicos dificultam o estabelecimento de uma fauna do solo mais diversificada, reforçando a necessidade de ações de educação ambiental e uso responsável do manguezal.
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