Resgatando a “Fisiologia da Paisagem”
DOI:
https://doi.org/10.7154/RDG.2001.0014.0006Palavras-chave:
Tropicalidade, Precipitação, Deslizamentos, Desmatamentos.Resumo
Este trabalho pretende mostrar como os estudos da natureza devem ser feitos de forma integrada e a geografia física se esforça para contribuir com trabalhos enquadrados na proposta metodológica conhecida como “fisiologia da paisagem”. Comenta um artigo utilizado várias vezes como modelo na disciplina do currículo de bacharelado em Geografia da USP que levava esse nome. O estudo, publicado em 1949, trata de um episódio de desestabilização generalizada no vale do rio Paraíba do Sul, no trecho mineiro – fluminense, em conseqüência de chuvas excepcionais. Este artigo compara-o com fenômeno ocorrido em janeiro de 2000 na Mantiqueira, no limite entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Menciona outros exemplos, como os deslisamentos de março de 1967, na escarpa da serra do Mar em Caraguatatuba. Sugere que a relação conflituosa entre sociedade e natureza pode conduzir, especialmente na zona tropical, a grandes desastres naturais e humanos.
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