Modelo Geoespacial para a Identificação de Áreas com Perigo de Propagação de Queimadas no Parque Nacional da Serra da Canastra
DOI:
https://doi.org/10.11606/rdg.v38i1.153493Palabras clave:
Incêndios florestais; Unidade de Conservação; Mapeamento de risco; Teste Kolmogorov-Smirnov.Resumen
Apesar do fogo ser parte da dinâmica e evolução do Cerrado, queimadas de forma indiscriminada são um problema para a longevidade de Unidades de Conservação (UC). O Parque Nacional da Serra da Canastra (PNSC), localizado a Sudoeste do estado de Minas Gerais, Brasil, tem o fogo como uma das principais atividades conflitantes. Este trabalho tem como objetivo criar uma metodologia para a geração de um modelo de perigo potencial de propagação de queimadas, aplicado no PNSC. Para isto, foram mapeadas variáveis geoambientais associadas à propagação do fogo, sendo elas: hipsometria, declividade, efeito do vento nas encostas, índice de convexidade das vertentes, índice de vegetação, densidade de drenagem e densidade de vias. A dependência espacial entre as áreas de alta recorrência de queimadas e estas variáveis geoambientais foi avaliada pelo teste Kolmogorov-Smirnov, que foi também utilizado para atribuir pesos às variáveis. A modelagem foi realizada em Sistemas de Informações Geográficas (SIG) e empregou mapas probabilísticos Fuzzy. Os resultados mostraram que o Chapadão da Canastra e o Chapadão da Babilônia apresentam perigo de propagação elevado. O perigo de propagação nas depressões intermontanas é médio, e na zona de amortecimento, o perigo é baixo. O modelo foi validado, o que comprovou a eficiência desta metodologia.
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