Deforestación en la Caatinga: espacialización, factores e implicaciones del deterioro de la vegetación
DOI:
https://doi.org/10.11606/eISSN.2236-2878.rdg.2025.225656Palabras clave:
Degradación, Presión ambiental, Uso y cobertura de la tierra, Análisis ambientalResumen
Entre las actuales y principales causas de la degradación ambiental de los biomas brasileños se encuentra la deforestación, lo que demuestra la importancia de investigar este tema. El estudio tiene como objetivo analizar la evolución de los factores de presión ambiental en la Caatinga asociados al deterioro de la vegetación. Se aplicaron técnicas de geoprocesamiento para manipular los datos anuales de uso y cobertura de la tierra y las alertas de deforestación correspondientes al período 2019–2022, proporcionados por el Proyecto MapBiomas; además, se generó un modelo difuso (fuzzy) de deterioro de la vegetación mediante la integración de datos relativos al número de alertas, las áreas deforestadas y la proporción territorial de uso de la tierra en los municipios de la Caatinga. Se identificó el predominio de la cobertura vegetal, aunque esta solo ocupa el 54,3 % del bioma. El avance de la deforestación se constató en la reducción de 3.367,7 km² de las formaciones vegetales durante los años analizados. Los estados de Bahía, Ceará y Pernambuco encabezan las cifras, ya que en conjunto fueron responsables del 73,3 % de toda el área deforestada. La situación más crítica se observa en Bahía, donde los valores equivalieron al 45,8 %. El modelo evidencia un escenario preocupante, pues 134 municipios integran las categorías de deterioro acentuado y severo de la vegetación, que corresponden a los índices más críticos de pérdida de las características naturales del ambiente. Las actividades agropecuarias constituyen los principales factores de presión, debido al número y a la extensión de las áreas deforestadas.
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