La Constitución de 1824 y la extinción de la Fisicatura-mor: impactos en la enseñanza de farmacia y en la fiscalización del mercado de medicamentos

Autores/as

  • Amanda Peruchi Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.14201/reb202411248392

Palabras clave:

Fisicatura-mor, Constitución de 1824, enseñanza de farmacia, mercado farmacéutico, siglo XIX

Resumen

Una de las preocupaciones más recurrentes de los políticos brasileños tras la Independencia, especialmente después de que D. Pedro I promulgara la Constitución del Imperio del Brasil (1824), fue eliminar cualquier vestigio de la administración portuguesa. En el ámbito de la salud pública, las competencias de la Fisicatura-mor —órgano responsable de la autorización y fiscalización de las actividades curativas en Brasil desde el período colonial— fueron redistribuidas entre los ayuntamientos y las facultades de medicina tras su extinción en 1828. A partir de textos legislativos y de los principales debates políticos de la época, muchos de ellos impulsados por profesionales de la salud, este artículo analiza de qué manera se estructuraron la habilitación de los profesionales de la farmacia y la fiscalización del mercado de medicamentos en el período posterior a la extinción de la Fisicatura-mor. 

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Biografía del autor/a

  • Amanda Peruchi, Universidade de São Paulo

    Investigadora posdoctoral, becaria FAPESP 2022/06767-0, en la Universidade de São Paulo (USP, Brasil).

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Publicado

2026-07-13

Número

Sección

Sección General

Cómo citar

La Constitución de 1824 y la extinción de la Fisicatura-mor: impactos en la enseñanza de farmacia y en la fiscalización del mercado de medicamentos . (2026). Revista De Estudios Brasileños, 11(24), 83-92. https://doi.org/10.14201/reb202411248392