Mulheres na conservação: desafios de antes, questões de agora. Como conservar sem elas?

Autores

  • Diana de Alencar Meneses Universidade de Salamanca

DOI:

https://doi.org/10.14201/reb20251226147163

Palavras-chave:

Ecofeminismo, conservação ambiental, Amazônia brasileira, violência de gênero, povos indígenas

Resumo

Este artigo, parte de um estudo mais abrangente sobre conflitos socioambientais na Amazônia, recorre a relatos de campo e a uma abordagem qualitativa baseada na observação participante para promover uma reflexão a partir do ecofeminismo decolonial. O estudo analisa a participação e a realidade das mulheres em áreas protegidas e territórios indígenas, evidenciando as violências de gênero e a persistência de desigualdades decorrentes de ações e omissões do Estado. A análise aprofunda a compreensão dessas vulnerabilidades ao incorporar a experiência da autora como mulher em contexto de pesquisa de campo, conferindo maior densidade analítica às discussões. Defende-se que uma política de conservação justa e decolonial pressupõe a garantia de espaços de participação feminina em condições de equidade e segurança. Conclui-se que a perspectiva de gênero permanece central para a conservação ambiental, reforçando a necessidade de ampliar os estudos sobre violência de gênero, direitos indígenas e políticas de conservação na Amazônia. 

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Biografia do Autor

  • Diana de Alencar Meneses, Universidade de Salamanca

    Doutoranda em Ciências Sociais da Universidade de Salamanca (USAL, Espanha). Analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio, Brasil).

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Publicado

2026-10-28

Como Citar

Mulheres na conservação: desafios de antes, questões de agora. Como conservar sem elas?. (2026). Revista De Estudios Brasileños, 12(26), 147-163. https://doi.org/10.14201/reb20251226147163