Além da classificação do paciente: a face “oculta” da carga de trabalho da enfermagem
DOI:
https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2021-0533ptPalavras-chave:
Carga de Trabalho, Dimensionamento de Pessoal, Avaliação em Enfermagem, Recursos Humanos de Enfermagem no Hospital, Gestão HospitalarResumo
Ensaio teórico-reflexivo, que objetivou refletir acerca da centralização dos Sistemas de Classificação de Pacientes na aferição da carga de trabalho e dimensionamento de pessoal de enfermagem hospitalar. As interpretações reflexivas foram norteadas por dois eixos: Sistemas de Classificação de Pacientes: constituição e utilidades; e Atividades de enfermagem “ocultas” na aferição da carga de trabalho. O primeiro evidencia a importância e o protagonismo desses instrumentos na identificação da carga de trabalho e no dimensionamento de pessoal de enfermagem hospitalar, exemplificando-se diversas possibilidades a serem utilizadas pelos enfermeiros. Em contrapartida, com o segundo eixo, percebe-se que existem muitas atividades de enfermagem que não são sensíveis à aplicação (mesmo que sistemática) destes meios de avaliação do paciente. Logo, a mensuração da carga de trabalho da enfermagem pode ser subestimada. Inferiu-se que a complexidade dos ambientes de prática requer um olhar macro e micro institucional à aferição da carga de trabalho da enfermagem, especialmente quando considerada para fins de planejamento/dimensionamento da força de trabalho.
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