Associação entre fadiga e autocuidado em pacientes com insuficiência cardíaca: estudo transversal

Autores

  • Weslley Italo Ferreira de Oliveira Silva Universidade Federal da Paraíba, Departamento de Enfermagem Clínica, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, João Pessoa, PB, Brasil.
  • Yzis Oliveira Pontes Pereira Universidade Federal da Paraíba, Departamento de Enfermagem Clínica, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, João Pessoa, PB, Brasil.
  • Filipe Matheus Correia Vieira Universidade Federal da Paraíba, Departamento de Enfermagem Clínica, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, João Pessoa, PB, Brasil.
  • Fernanda Kelly Oliveira de Albuquerque Universidade Federal da Paraíba, Departamento de Enfermagem Clínica, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, João Pessoa, PB, Brasil.
  • Ricardo Costa da Silva Universidade Estadual de Goiás, Departamento de Enfermagem, Ceres, GO, Brasil.
  • José Claudio Garcia Lira Neto Universidade Federal do Piauí, Departamento de Enfermagem, Programa de Pós-Graduação em Saúde e Comunidade, Floriano, PI, Brasil.
  • Mailson Marques de Sousa Universidade Federal da Paraíba, Departamento de Enfermagem Clínica, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, João Pessoa, PB, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2025-0493pt

Palavras-chave:

Autocuidado, Fadiga, Insuficiência Cardíaca, Estudos Transversais

Resumo

Objetivo: Analisar a associação entre fadiga, autocuidado e variáveis sociodemográficas e clínicas em pacientes com insuficiência cardíaca. Método: Estudo transversal e correlacional, realizado em um hospital universitário na região Nordeste do Brasil. Foram utilizadas as versões brasileiras da Dutch Fatigue Scale, Dutch Exertion Fatigue Scale e a European Heart Failure Self-care Behavior Scale. A análise incluiu estatística descritiva e correlação de Spearman. Resultados: Participaram 99 pacientes com insuficiência cardíaca. Observou-se fadiga substancial em 71,7% e fadiga ao esforço em 66,7% da amostra. A média da pontuação de autocuidado foi 28,41 ± 7,98. Não houve associação significativa entre fadiga e autocuidado. Identificou-se correlação negativa entre idade e fadiga ao esforço e fadiga substancial; e positiva entre tempo de tratamento e idade. Houve correlação positiva entre a capacidade funcional e fadiga ao esforço e fadiga substancial. Conclusão: Os achados reforçam a importância da percepção e gerenciamento dos sintomas no autocuidado. Intervenções em saúde são oportunas para a promoção da qualidade de vida desta população.

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Referências

Publicado

2026-09-25

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Silva, W. I. F. de O., Pereira, Y. O. P., Vieira, F. M. C., Albuquerque, F. K. O. de, Silva, R. C. da, Neto, J. C. G. L., & Sousa, M. M. de. (2026). Associação entre fadiga e autocuidado em pacientes com insuficiência cardíaca: estudo transversal. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 60, e20250493. https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2025-0493pt