Comportamento temporal da mortalidade proporcional dos óbitos fetais segundo causa básica, 2011–2020

Autores

  • Ana Beatriz Henrique Parenti Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Medicina de Botucatu, Departamento de Enfermagem, Botucatu, SP, Brasil.
  • Júlia Rodrigues Soares de Barros Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Medicina de Botucatu, Departamento de Enfermagem, Botucatu, SP, Brasil.
  • Ana Paula Pinho Carvalheira Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Medicina de Botucatu, Departamento de Enfermagem, Botucatu, SP, Brasil.
  • Anna Paula Ferrari Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Medicina de Botucatu, Departamento de Enfermagem, Botucatu, SP, Brasil.
  • Marli Teresinha Cassamassimo Duarte Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Medicina de Botucatu, Departamento de Enfermagem, Botucatu, SP, Brasil.
  • Cristina Maria Garcia de Lima Parada Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Medicina de Botucatu, Departamento de Enfermagem, Botucatu, SP, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2025-0288pt

Palavras-chave:

Morte Fetal, Epidemiologia, Fatores de Risco, Sistemas de Informação em Saúde

Resumo

Objetivo: Investigar o comportamento temporal da mortalidade proporcional dos óbitos fetais precoces, intermediários e tardios entre 2011-2020, segundo causa básica. Métodos: Estudo de base populacional realizado com dados secundários de óbitos fetais registrados no Sistema de Informações de Mortalidade referentes ao período entre 2011–2020. Resultados: As maiores médias anuais da mortalidade proporcional segundo causa básica dos óbitos fetais precoces, intermediários ou tardios foram, respectivamente: feto e recém-nascido afetado por fatores maternos e complicações da gravidez, trabalho de parto e parto (41,3%, 44,4% e 44,0%); hipóxia intrauterina e asfixia ao nascer (22,3%, 21,6% e 22,8%) e outras afecções originadas no período perinatal (28,0%, 23,4% e 24,4%). Hipóxia e asfixia apresentaram tendência de diminuição para todos os tipos de óbito. O grupo Feto e recém-nascido afetado por fatores maternos e por complicações da gravidez, trabalho de parto e parto, apresentou tendência de aumento. Conclusão: As principais causas básicas de óbitos são caracterizadas como evitáveis pela adequada atenção ao pré-natal, parto e recém-nascido, o que evidencia a necessidade de qualificar o cuidado perinatal, visando diminuir e/ou evitar sua ocorrência.

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Referências

Publicado

2026-02-16

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Parenti, A. B. H., Barros, J. R. S. de, Carvalheira, A. P. P., Ferrari, A. P., Duarte, M. T. C., & Parada, C. M. G. de L. (2026). Comportamento temporal da mortalidade proporcional dos óbitos fetais segundo causa básica, 2011–2020. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 60, e20250288. https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2025-0288pt