Infecção de sítio cirúrgico no seguimento pós-alta: impacto na incidência e avaliação dos métodos utilizados

Autores

  • Adriana Cristina Oliveira Universidade Federal de Minas Gerais; Escola de Enfermagem; Departamento de Enfermagem Básica
  • Suely Itsuko Ciosak Universidade de São Paulo; Escola de Enfermagem; Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342004000400003

Palavras-chave:

Infecção da ferida operatória, Vigilância^i1^sméto

Resumo

Trata-se de um estudo prospectivo realizado em dois hospitais de ensino. Foram acompanhados 501 pacientes de agosto de 2001 a março de 2002, submetidos à cirurgia do aparelho digestivo, sendo diagnosticadas 140 infecções do sítio cirúrgico (ISC). 31 ISC intra-hospitalares e 109 após a alta. A incidência da ISC intra-hospitalar foi de 6,2%, elevando-se para 28,0% com a vigilância pós-alta. Os métodos de vigilância pós-alta são discutidos e dentre as várias opções não há uma recomendada como a melhor. Sugere-se, portanto, que algum tipo de vigilância após a alta seja realizada, mas a escolha do método dependerá dos recursos de cada instituição.

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Referências

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Publicado

2004-12-01

Edição

Seção

Artigos de Pesquisa

Como Citar

Oliveira, A. C., & Ciosak, S. I. (2004). Infecção de sítio cirúrgico no seguimento pós-alta: impacto na incidência e avaliação dos métodos utilizados. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 38(4), 379-385. https://doi.org/10.1590/S0080-62342004000400003