Crises hipertensivas em portadores de hipertensão arterial em tratamento ambulatorial
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0080-62342005000200008Palavras-chave:
Cooperação do paciente, Enfermagem, Hipertensão^i1^sreabilita, Hipertensão^i1^senfermaResumo
O presente estudo avaliou as características sociodemográficas e de adesão terapêutica de 27 portadores de hipertensão arterial em tratamento ambulatorial que apresentaram crises de urgências ou emergências hipertensivas e haviam sido atendidos em uma unidade de leito-dia e em uma unidade de emergência da cidade de Fortaleza-Ceará, no período de outubro de 2002 a maio de 2003. A maioria era mulher, com idade de 50 a 60 anos, pouca escolaridade, tempo de tratamento inferior a cinco anos e tempo de diagnóstico entre cinco e dez anos. O uso dos remédios foi o tratamento mais referido, seguido pela redução do consumo de sal e comparecimento às consultas. No entanto, o fato de comparecerem às consultas e receberem orientação parece não modificar o comportamento, uma vez que a maioria dos entrevistados não praticava exercícios físicos e demonstrava deficiência no conhecimento sobre a doença, atribuindo a elevação da pressão arterial a fatores emocionais.Downloads
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Publicado
2005-06-01
Edição
Seção
Relato de Pesquisa
Licença

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Como Citar
Guedes, N. G., Costa, F. B. C., Moreira, R. P., Moreira, T. F., Chaves, E. S., & Araújo, T. L. de. (2005). Crises hipertensivas em portadores de hipertensão arterial em tratamento ambulatorial. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 39(2), 181-188. https://doi.org/10.1590/S0080-62342005000200008