A dualidade vida-morte na vivênciados pacientes com metástase

Autores

  • Maria Regiane Trincaus UNICENTRO; Departamento de Enfermagem
  • Adriana Katia Corrêa USP; Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto; Departamento de Enfermagem Geral e Especializada

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342007000100006

Palavras-chave:

Metástase neoplásica, Atitude frente à morte, Morte, Pacientes

Resumo

O novo milênio traz consigo, para o Brasil, a realidade do envelhecimento da população e, com ele, o aumento dos números de casos de doenças crônicas, entre elas o câncer. Com o intuito de compreender como os pacientes oncológicos, em tratamento quimioterápico por ocorrência de metástase, vivenciam a possibilidade da morte, realizamos sete entrevistas com pacientes de uma clínica de oncologia, situada em um pequeno município do estado do Paraná. Para análise das entrevistas, utilizamos algumas idéias do referencial filosófico de Martin Heidegger. Dessa análise, a morte emergiu de vários modos: implicitamente; como um fenômeno natural, vivido na impessoalidade, pela morte do outro; como fenômeno que permeia a existência. A condição de ser-com-o-outro permitiu que a morte se desvelasse por meio de palavras, de ações e do olhar, que ao mesmo tempo acolhe e denuncia; na relação com os profissionais de saúde, através dos modos de cuidar quase sempre inautênticos.

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Referências

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Publicado

2007-03-01

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Trincaus, M. R., & Corrêa, A. K. (2007). A dualidade vida-morte na vivênciados pacientes com metástase. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 41(1), 44-51. https://doi.org/10.1590/S0080-62342007000100006