Filha do tempo: a parteira pós-moderna (Parte 1)

Autores

  • Robbie Davis-Floyd University of Texas; Departament of Anthropology

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342007000400023

Palavras-chave:

Enfermeiras obstétricas, Parteira leiga, Papel profissional

Resumo

Este artigo busca conceituar a parteira pós-moderna, definindo-a como aquela que tem uma postura realista em relação à bio-medicina e a outros sistemas de conhecimento, movendo-se fluidicamente entre eles para ajudar as mulheres que assiste. É consciente, culturalmente competente e politicamente engajada. Trabalha com recursos do seu conhecimento específico, aliados aos interesses da mulher. Seu relativismo informado é mais acessível para as parteiras profissionais, mas o que se observa, ao redor do mundo, é que esta atitude está atingindo as parteiras tradicionais, em diversos países. Assim, o conceito de parteira pós-moderna representa uma ponte para as brechas étnicas, raciais e de status, que separam as parteiras profissionais das tradicionais, e um ponto focal e analítico para a compreensão da forma de negociação de identidades e papéis de cada um dos membros no grupo, no mundo em transformação.

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Referências

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Publicado

2007-12-01

Edição

Seção

Estudo Teórico

Como Citar

Davis-Floyd, R. (2007). Filha do tempo: a parteira pós-moderna (Parte 1). Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 41(4), 705-710. https://doi.org/10.1590/S0080-62342007000400023