Corrimentos vaginais em gestantes: comparacao da abordagem sindromica com exames da pratica clinica da enfermagem

Autores

  • Thais Marques Lima Universidade Federal do Ceara
  • Liana Mara Rocha Teles Universidade Federal do Ceara
  • Amanda Souza de Oliveira Universidade Federal do Ceara
  • Fernanda Camara Campos Universidade Federal do Ceara
  • Rita de Cassia Carvalho Barbosa Universidade Federal do Ceara; Departamento de Farmacia
  • Ana Karina Bezerra Pinheiro Universidade Federal do Ceara; Departamento de Enfermagem
  • Ana Kelve de Castro Damasceno Universidade Federal do Ceara; Departamento de Enfermagem

DOI:

https://doi.org/10.1590/reeusp.v47i6.78087

Resumo

Estudo avaliativo de abordagem quantitativa, com amostra de 104 gestantes, com o objetivo de comparar os achados de infecções vaginais em gestantes obtidos por meio do fluxograma de corrimento vaginal com exames presentes na prática clínica da Enfermagem. Os dados foram coletados por meio de entrevista e exame ginecológico realizados de janeiro a julho de 2011. O fluxograma não se mostrou eficaz na identificação de candidíase e tricomoníase, apresentou baixa sensibilidade (0,0%; 50%) e valor preditivo positivo (0,0%; 3,6%) para as duas infecções e baixa especificidade para tricomoníase (46%). Mostrou-se satisfatório para vaginose bacteriana, com alta sensibilidade (100%), valor preditivo negativo (100%) e acurácia (74%). Conclui-se que o emprego do fluxograma precisa ser reavaliado, visto que não foi eficaz em identificar infecções importantes em gestantes. Os esforços para o desenvolvimento de testes eficazes devem ser contínuos, com intuito de prevenir a disseminação de infecções e reduzir tratamentos desnecessários.

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Referências

Publicado

2013-12-01

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Lima, T. M., Teles, L. M. R., Oliveira, A. S. de, Campos, F. C., Barbosa, R. de C. C., Pinheiro, A. K. B., & Damasceno, A. K. de C. (2013). Corrimentos vaginais em gestantes: comparacao da abordagem sindromica com exames da pratica clinica da enfermagem. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 47(6), 1265-1271. https://doi.org/10.1590/reeusp.v47i6.78087