Condicionantes do autocuidado em mulheres e homens com incontinência urinária e Vírus Linfotrópico T Tipo 1 Humano

Autores

  • Rayssa Fagundes Batista Paranhos Universidade Federal da Bahia, Escola de Enfermagem, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde, Salvador, BA, Brasil.
  • Juliana Bezerra do Amaral Amaral Universidade Federal da Bahia, Escola de Enfermagem, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde, Salvador, BA, Brasil.
  • Rose Ana Rios David Universidade Federal da Bahia, Escola de Enfermagem, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde, Salvador, BA, Brasil.
  • Anderson Reis de Sousa Universidade Federal da Bahia, Escola de Enfermagem, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde, Salvador, BA, Brasil.
  • Oscar Javier Vergara Escobar Pontificia Universidad Javeriana Sede Bogotá, Bogotá, Colômbia.
  • Tatiane Assone dos Santos Universidade de São Paulo, Departamento de Medicina Legal, Bioética, Medicina do Trabalho e Medicina Física e Reabilitação, São Paulo, SP, Brasil.
  • Jeferson Moreira dos Santos Universidade Federal da Bahia, Escola de Enfermagem, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde, Salvador, BA, Brasil.
  • Rafael Costa Fernandes Universidade Federal da Bahia, Escola de Enfermagem, Salvador, BA, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2024-0086pt

Palavras-chave:

Autocuidado, Saúde da Mulher, Saúde do Homem, Vírus Linfotrópico T Tipo 1 Humano, Incontinência Urinária

Resumo

Objetivo: Analisar os fatores condicionantes do autocuidado em mulheres e homens com sintomas de incontinência urinária vivendo com o vírus linfotrópico T tipo 1 humano. Método: Estudo qualitativo, norteado pela fase Pragmática do Modelo Práxico para Desenvolvimento de Tecnologias. Participaram 12 mulheres e cinco homens adultos vivendo com Vírus Linfotrópico T Tipo 1 Humano, residentes na Bahia, Brasil. Aplicou-se um instrumento estruturado e grupo focal para coleta dos dados. O material empírico foi submetido à Análise de Conteúdo Temático, mediante o uso do software WebQDA e empregou-se a Teoria do Autocuidado/Déficit de Autocuidado. Resultados: Os condicionantes facilitadores foram utilizados por mulheres e homens como estratégias para o desempenho do autocuidado e os condicionantes dificultadores impediram ou atrapalharam, mas abriram caminhos para direcionar a atuação da enfermeira para suprir os déficits de autocuidado. Conclusão: Os requisitos de autocuidado foram impactados pelos fatores condicionantes dificultadores, os facilitadores possibilitaram o autocuidado, oportunizando uma tecnologia em enfermagem/saúde.

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Referências

Publicado

2025-01-27

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Paranhos, R. F. B., Amaral, J. B. do A., David, R. A. R., Sousa, A. R. de, Escobar, O. J. V., Santos, T. A. dos, Santos, J. M. dos, & Fernandes, R. C. (2025). Condicionantes do autocuidado em mulheres e homens com incontinência urinária e Vírus Linfotrópico T Tipo 1 Humano. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 58, e20240086. https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2024-0086pt