Aprendizagem experiencial na formação interprofissional em saúde sobre condições crônicas não transmissíveis: uma avaliação ex-post-facto

Autores

  • Monica Motta Lino Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pós-Graduação de Enfermagem, Florianópolis, SC, Brasil.
  • Saulo Fabio Ramos Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pós-Graduação de Enfermagem, Florianópolis, SC, Brasil.
  • Felipa Rafaela Amadigi Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pós-Graduação de Enfermagem, Florianópolis, SC, Brasil.
  • Natália Gonçalves Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pós-Graduação de Enfermagem, Florianópolis, SC, Brasil.
  • Thaise Honorato de Souza Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pós-Graduação de Enfermagem, Florianópolis, SC, Brasil.
  • Vânia Marli Schubert Backes Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pós-Graduação de Enfermagem, Florianópolis, SC, Brasil.
  • Francis Solange Vieira Tourinho Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pós-Graduação de Enfermagem, Florianópolis, SC, Brasil.
  • Betina Hörner Schlindwein Meirelles Universidade Federal de Santa Catarina, Programa de Pós-Graduação de Enfermagem, Florianópolis, SC, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2024-0300pt

Palavras-chave:

Educação Profissional em Saúde Pública, Doenças crônicas, Pacotes de Assistência ao Paciente, Educação Interprofissional, Atenção Primária à Saúde

Resumo

Objetivo: Caracterizar Projetos de Intervenção à luz da Teoria da Aprendizagem Experiencial de Kolb, focando na capacitação em profissionais de saúde para o manejo de condições crônicas não transmissíveis. Método: Pesquisa ex-post facto com análise de 337 Projetos de Intervenção do Curso de Especialização em Atenção às Pessoas com Condições Crônicas, oferecido pela Universidade Federal de Santa Catarina (2022–2023). A análise aplicou a Teoria da Aprendizagem Experiencial, com ênfase em intervenções integradas e interprofissionais. Resultados: Os projetos abordaram diabetes, hipertensão, obesidade e tabagismo, com intervenções direcionadas à educação, promoção e gestãoem condições crônicas utilizandoabordagens multidisciplinares. A capilarização da formação permitiu adaptar as intervenções às necessidades regionais, promovendo práticas colaborativas entre diferentes profissionais de saúde. A Teoria de Kolb mostrou-se eficaz na transformação das práticas assistenciais e gerenciais, especialmente em regiões com desafios socioeconômicos distintos. Conclusão: A Teoria de Kolb mostrou-se eficaz na formação interprofissional e no desenvolvimento de competências práticas para o manejo de condições crônicas não transmissíveis, promovendo cuidados integrados e adaptados às especificidades locais.

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Referências

Publicado

2025-05-09

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Lino, M. M., Ramos, S. F., Amadigi, F. R., Gonçalves, N., Souza, T. H. de, Backes, V. M. S., Tourinho, F. S. V., & Meirelles, B. H. S. (2025). Aprendizagem experiencial na formação interprofissional em saúde sobre condições crônicas não transmissíveis: uma avaliação ex-post-facto. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 59, e20240300. https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2024-0300pt