Atitudes de profissionais de enfermagem nos eventos adversos em terapias intensivas neonatal e pediátrica

Autores

  • Maria Salete de Brito Gomes Universidade de Fortaleza, Fortaleza, CE, Brasil. - Universidade de Fortaleza, Fortaleza, CE, Brasil.
  • Ana Clara de Brito Gomes Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Departamento de Enfermagem, Fortaleza, CE, Brasil. - Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Departamento de Enfermagem, Fortaleza, CE, Brasil.
  • Cynthia Lima Sampaio Universidade Federal do Ceará, Departamento de Enfermagem, Programa de Pós-graduação, Fortaleza, CE, Brasil. - Universidade Federal do Ceará, Departamento de Enfermagem, Programa de Pós-graduação, Fortaleza, CE, Brasil.
  • Paulo César de Almeida Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil. - Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil.
  • Jênifa Cavalcante dos Santos Santiago Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Departamento de Enfermagem, Fortaleza, CE, Brasil. - Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Departamento de Enfermagem, Fortaleza, CE, Brasil.
  • Joselany Áfio Caetano Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Departamento de Enfermagem, Fortaleza, CE, Brasil. - Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Departamento de Enfermagem, Fortaleza, CE, Brasil.
  • Roberta Meneses Oliveira Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Departamento de Enfermagem, Fortaleza, CE, Brasil. - Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Departamento de Enfermagem, Fortaleza, CE, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2024-0407pt

Palavras-chave:

Enfermagem, Atitude do Pessoal de Saúde, Unidades de Terapia Intensiva Neonatal, Segurança do Paciente, Dano ao paciente

Resumo

Objetivo: Analisar atitudes de profissionais de enfermagem diante dos fatores de estrutura e processo que podem predispor a eventos adversos em unidades de terapia intensiva neonatal e pediátrica. Método: Estudo transversal realizado em dois hospitais públicos do Nordeste brasileiro em 2019. Aplicou-se questionário sociodemográfico/profissional e Escala de Predisposição a Eventos Adversos a 100 profissionais de enfermagem. Utilizaram-se os testes ANOVA, Tukey e t de Student para comparação das médias das escalas ideal e real, segundo as variáveis sociodemográficas, adotando-se p < 0,05. Resultados: A maioria dos profissionais demonstrou baixa e média percepção dos fatores de estrutura e processo. Constatou-se associação estatística significante na dimensão processo com: faixa etária 40–49 anos, unidade neonatal/hospital 2 e vínculo por cooperativa. Conclusão: Profissionais de enfermagem de unidades de terapias intensivas neonatal/pediátrica apresentam baixa e média percepção dos fatores predisponentes a eventos adversos, o que merece investimento de lideranças para evitar que percepções inadequadas resultem em dano aos pacientes.

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Referências

Publicado

2025-07-11

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Gomes, M. S. de B., Gomes, A. C. de B., Sampaio, C. L., Almeida, P. C. de, Santiago, J. C. dos S., Caetano, J. Áfio, & Oliveira, R. M. (2025). Atitudes de profissionais de enfermagem nos eventos adversos em terapias intensivas neonatal e pediátrica. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 59, e20240407. https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2024-0407pt