Experiência de pacientes com insuficiência cardíaca em mobilização com realidade virtual: estudo de métodos mistos

Autores

  • Eneida Rejane Rabelo-Silva Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Larissa Gussatschenko Caballero Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Iasmin Borges Fraga Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Pós-Graduação em Cardiologia e Ciências Cardiovasculares, Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Carlos Eduardo Maciel Tremea Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Departamento de Fisioterapia, Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Gabrielle Perin Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Escola de Enfermagem, Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Janaína dos Santos Prates Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Escola de Enfermagem, Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Pedro Dal Lago Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Departamento de Fisioterapia, Porto Alegre, RS, Brasil.
  • João Lucas Campos de Oliveira Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Porto Alegre, RS, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2025-0114pt

Palavras-chave:

Satisfação do paciente, Insuficiência cardíaca, Cuidados Críticos, Realidade virtual

Resumo

Objetivo: Comparar efeitos de até três sessões de um protocolo de mobilização precoce combinada com realidade virtual (RV) imersiva versus mobilização precoce isolada na experiência de pacientes com insuficiência cardíaca agudamente descompensada. Métodos: Estudo de métodos mistos complexo, com pacientes adultos internados na unidade de tratamento intensivo. O Grupo Intervenção (GI) realizou a mobilização combinada com realidade virtual imersiva e o Grupo Controle (GC), mobilização isolada. A ferramenta Net Promoter Score (NPS) e a escala Likert foram utilizadas para avaliar a experiência dos pacientes. Na abordagem qualitativa, foram realizadas entrevistas com perguntas abertas. Resultados: Participaram do estudo 60 pacientes, 44 (73,3%) homens, média de idade 59,7 ± 12,2. O procedimento foi recomendado por 23 (76,7%) no GI e por 24 (80%) no GC. A experiência de mobilização foi classificada como boa ou excelente por 28 (93,3%) no GI e 26 (83,7%) no GC. As análises qualitativas revelaram três categorias: “Efeitos Psicológicos”, “Desempenho Físico” e “Inovação”. Conclusão: A combinação da realidade virtual à mobilização precoce proporcionou uma experiência mais positiva aos pacientes. ClinicalTrials.gov sob número NCT05596292.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

Publicado

2025-09-15

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Rabelo-Silva, E. R., Caballero, L. G., Fraga, I. B., Tremea, C. E. M., Perin, G., Prates, J. dos S., Lago, P. D., & Oliveira, J. L. C. de. (2025). Experiência de pacientes com insuficiência cardíaca em mobilização com realidade virtual: estudo de métodos mistos. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 59, e20250114. https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2025-0114pt