Percepções sobre idadismo em estudantes de graduação em enfermagem
DOI:
https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2024-0411ptPalavras-chave:
Etarismo, Percepção, Enfermagem, Estudantes de EnfermagemResumo
Objetivo: Analisar as representações sociais de estudantes de graduação em Enfermagem sobre o idadismo. Método: Estudo exploratório e descritivo, com abordagem quantitativa e qualitativa. Os dados foram coletados via Google Forms, investigando o perfil sociodemográfico dos graduandos de Enfermagem do estado de São Paulo e suas percepções sobre o idadismo. Dados quantitativos foram submetidos à análise estatística, enquanto as evocações foram processadas no software openEvoc, com base na Teoria das Representações Sociais (Moscovici, 2003) e analisados segundo Bardin (2015). Resultados: Participaram 242 estudantes, média de idade de 23,8 anos; 78,9% (n = 191) do sexo feminino, 74,0% (n = 179) de universidades públicas e 40,1% (n = 97) do 3º ano da graduação. Foram elencadas 1200 evocações, organizadas em quatro categorias: “Vivência”, “Longevidade como processo”, “Estereótipos” e “Políticas públicas”. Conclusão: Predominaram percepções positivas sobre o idadismo, embora termos negativos e estereotipados ainda tenham sido recorrentes. Tais achados reforçam a necessidade de estratégias pedagógicas que abordem o idadismo na formação em Enfermagem, de modo a promover atitudes mais críticas e positivas em relação às pessoas idosas.
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