Prevalência e fatores associados à Covid longa em pessoas idosas no Estado do Paraná

Autores

  • Isabela Vanessa Tavares Cordeiro Silva Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Luiz Hiroshi Inoue Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Franciele Aline Machado Brito Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Wanessa Cristina Baccon Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Giovanna Brichi Pesce Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Carla Franciele Höring Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Mikhael dos Santos Theodoro Universidade Unicesumar, Maringá, PR, Brasil.
  • Daiane Cristina Moderno Estevam Inoue Universidade Unicesumar, Maringá, PR, Brasil.
  • Lorhayne Silveira Dores Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Natany Aparecida Batista Universidade Unicesumar, Maringá, PR, Brasil.
  • Patrícia Bossolani Charlo Universidade Unicesumar, Maringá, PR, Brasil.
  • Vanessa Denardi Antoniassi Baldissera Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Débora Regina de Oliveira Moura Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Maria Aparecida Salci Universidade Unicesumar, Maringá, PR, Brasil.
  • Lígia Carreira Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2024-0429pt

Palavras-chave:

Síndrome de Pós-COVID-19 Aguda, Idoso, Qualidade do Sono, Medicamentos de Uso Contínuo, COVID-19

Resumo

Objetivo: Analisar os fatores associados à Covid longa em pessoas idosas após 18 meses da fase aguda da doença. Método: Estudo transversal e analítico realizado com idosos que tiveram Covid-19 no ano de 2020 e sobreviveram à doença no estado do Paraná, Brasil. Informações sociodemográficas, de hábitos de vida, de saúde e de tratamento, bem como sobre sinais, sintomas e sequelas da doença foram coletados por meio de entrevistas telefônicas realizadas 18 meses após a notificação ou a alta hospitalar. Para as análises, foram utilizadas medidas descritivas, testes de associação e modelos de regressão de Poisson com variância robusta. Resultados: Das 345 pessoas idosas que participaram do estudo, 224 (65%) ainda apresentavam algum sintoma ou sequela da Covid-19 após 18 meses da doença. Foram associados à Covid longa ser tabagista ou ex-tabagista (RP = 2,21; IC 95% = 1,06;3,36), a qualidade do sono autorreferida (RP = 0,32; IC 95% = 0,16–0,47) e o uso de medicação contínua (RP = 5,24; IC 95%: 2,64–7,85; p < 0,0001). Conclusão: As taxas de morbidade e polifarmácia nessa população são altas, contribuindo para a permanência de sintomas. Neste contexto, torna-se fundamental o alinhamento dos serviços de saúde, em conjunto com os profissionais, a fim de suprir as necessidades provenientes das sequelas nas pessoas idosas.

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Referências

Publicado

2026-03-06

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Silva, I. V. T. C., Inoue, L. H., Brito, F. A. M., Baccon, W. C., Pesce, G. B., Höring, C. F., Theodoro, M. dos S., Inoue, D. C. M. E., Dores, L. S., Batista, N. A., Charlo, P. B., Baldissera, V. D. A., Moura, D. R. de O., Salci, M. A., & Carreira, L. (2026). Prevalência e fatores associados à Covid longa em pessoas idosas no Estado do Paraná. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 60, e20240429. https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2024-0429pt