Determinantes sociais da saúde e qualidade de vida pós-COVID-19: estudo longitudinal

Autores

  • Glaubervania Alves Lima Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil.
  • Sabrina de Souza Gurgel Florencio Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil.
  • Francisca Elisângela Teixeira Lima Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil.
  • Maria Gabriela Miranda Fontenele Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil.
  • Lívia Maia Pascoal Universidade Federal do Maranhão, Imperatriz, MA, Brasil.
  • Lilia Jannet Saldarriaga Sandoval Universidad Nacional de Tumbes, Tumbes, Peru.
  • Paulo César de Almeida Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil.
  • Gilvan Ferreira Felipe Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção, CE, Brasil.
  • Maria Williany Silva Ventura Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil.
  • Brena Shellem Bessa de Oliveira Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil.
  • Lorena Pinheiro Barbosa Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2025-0565pt

Palavras-chave:

COVID-19, Determinantes Sociais da Saúde, Qualidade de Vida, Enfermagem, Saúde Pública

Resumo

Objetivo: Verificar a associação entre os determinantes sociais da saúde e os domínios de qualidade de vida em pessoas em condição pós-COVID-19. Métodos: Estudo longitudinal, realizado com 179 pessoas dos estados do Ceará e Maranhão, acompanhadas por seis meses após diagnóstico confirmado de COVID-19. A coleta de dados ocorreu por meio do link do software de monitoramento de pacientes com COVID-19, enviado mensalmente via aplicativo de mensagens telefônicas. Consideram-se as variáveis relativas aos determinantes sociais da saúde e aos domínios do questionário SF-36 para avaliação da qualidade de vida. Dados analisados mediante estatística descritiva e inferencial. Resultados: Mulheres apresentaram melhorias no domínio dor entre o 2º e 4º mês (p = 0,038), vitalidade entre o 4º e 6º (p = 0,035) e saúde mental entre o 2º e 6º mês (p = 0,005). Homens apresentaram melhor recuperação no estado geral de saúde no 2º e 4º mês (p = 0,029) e nos aspectos sociais no 2º e 6º mês (p = 0,040). Conclusão: Observou-se melhora progressiva da qualidade de vida ao longo do seguimento, com diferenças entre homens e mulheres nos domínios dor, vitalidade, saúde mental, estado geral de saúde e aspectos sociais.

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Referências

Publicado

2026-06-12

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Lima, G. A., Florencio, S. de S. G., Lima, F. E. T., Fontenele, M. G. M., Pascoal, L. M., Sandoval, L. J. S., Almeida, P. C. de, Felipe, G. F., Ventura, M. W. S., Oliveira, B. S. B. de, & Barbosa, L. P. (2026). Determinantes sociais da saúde e qualidade de vida pós-COVID-19: estudo longitudinal. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 60, e20250565. https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2025-0565pt