Percepção dos profissionais de unidade neonatal sobre a participação dos pais no cuidado ao prematuro

Autores

  • Adrielly Cristina de Lima Raimundo Universidade Federal de Alagoas, Escola de Enfermagem, Programa de Pós-graduação em Enfermagem, Maceió, AL, Brasil.
  • Ana Mirelle dos Santos Universidade Federal de Alagoas, Escola de Enfermagem, Programa de Pós-graduação em Enfermagem, Maceió, AL, Brasil.
  • Paulyne Souza Silva Guimarães Universidade Federal de Alagoas, Escola de Enfermagem, Maceió, AL, Brasil.
  • Ingrid Martins Leite Lúcio Universidade Federal de Alagoas, Escola de Enfermagem, Programa de Pós-graduação em Enfermagem, Maceió, AL, Brasil.
  • Ana Virgínia Rodrigues Veríssimo Universidade de Pernambuco, Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora das Graças, Recife, PE, Brasil.
  • Ana Carolina Santana Vieira Universidade Federal de Alagoas, Escola de Enfermagem, Programa de Pós-graduação em Enfermagem, Maceió, AL, Brasil.
  • Rossana Teotônio de Farias Moreira Universidade Federal de Alagoas, Escola de Enfermagem, Programa de Pós-graduação em Enfermagem, Maceió, AL, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2025-0532pt

Palavras-chave:

Recém-Nascido Prematuro, Unidades de Terapia Intensiva Neonatal, Família, Pessoal de Saúde

Resumo

Objetivo: Descrever a participação dos pais no cuidado ao recém-nascido prematuro na perspectiva dos profissionais da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Método: Estudo descritivo e qualitativo, realizado em março de 2025 com 26 profissionais da equipe multiprofissional atuantes em duas Unidades de Terapia Intensiva Neonatal localizadas em Maceió, Alagoas. O estudo foi submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Alagoas, sob Parecer n° 7.182.417. Resultados: A partir da leitura das entrevistas, emergiram duas categorias: “Entre o medo e a descoberta” e “Executando cuidados e promovendo o vínculo”. Os profissionais relataram a inserção dos pais na rotina da unidade para reduzir o medo e ampliar os benefícios ao bebê, principalmente com o método canguru. Conclusão: O medo e a incerteza dificultam a inserção dos pais nos cuidados. O acolhimento, a orientação e o incentivo às práticas pela equipe podem ajudar a superar. Políticas de humanização são necessárias para assegurar a corresponsabilidade no cuidado.

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Referências

Publicado

2026-06-26

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Raimundo, A. C. de L., Santos, A. M. dos, Guimarães, P. S. S., Lúcio, I. M. L., Veríssimo, A. V. R., Vieira, A. C. S., & Moreira, R. T. de F. (2026). Percepção dos profissionais de unidade neonatal sobre a participação dos pais no cuidado ao prematuro. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 60, e20250532. https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2025-0532pt