Avaliação de risco para úlcera por pressão em pacientes críticos

Autores

  • Flávia Sampaio Latini Gomes Universidade Federal de Minas Gerais; Escola de Enfermagem; Departamento de Enfermagem Básica
  • Marisa Antonini Ribeiro Bastos Universidade FUMEC; Faculdade de Ciências da Saúde
  • Fernanda Penido Matozinhos Universidade Federal de Belo Horizonte; Escola de Enfermagem
  • Hanrieti Rotelli Temponi Universidade Federal de Minas Gerais; Escola de Enfermagem
  • Gustavo Velásquez-Meléndez Universidade Federal de Minas Gerais; Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Saúde Pública

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342011000200002

Palavras-chave:

Úlcera por pressão, Medição de risco, Unidades de Terapia Intensiva, Enfermagem

Resumo

Pacientes acamados apresentam risco de desenvolver úlceras por pressão e representam um grupo prioritário para o estudo e identificação deste agravo. Para tal, utilizam-se instrumentos de avaliação específicos para o problema. O objetivo deste estudo foi analisar os fatores de risco para o desenvolvimento de úlcera por pressão em pacientes adultos internados em CTIs. Trata-se de um estudo seccional analítico no qual foram avaliados 140 pacientes, internados em 22 CTIs, utilizando-se a escala de Braden. Os resultados mostraram que pacientes internados por 15 dias ou mais apresentavam alguma categoria de risco. As maiores freqüências de úlcera por pressão foram encontradas em pacientes que estavam nas categorias: percepção sensorial (completamente limitado), umidade (constantemente úmida), mobilidade (completamente imobilizado), atividade (acamado), nutrição (adequado) e fricção e cisalhamento (problema). Conclui-se que a utilização dessa escala traduz-se em estratégia importante no cuidar de pacientes em terapia intensiva.

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Referências

Publicado

2011-04-01

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Gomes, F. S. L., Bastos, M. A. R., Matozinhos, F. P., Temponi, H. R., & Velásquez-Meléndez, G. (2011). Avaliação de risco para úlcera por pressão em pacientes críticos. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 45(2), 313-318. https://doi.org/10.1590/S0080-62342011000200002