Gestão da atenção à saúde mental no Sistema Único de Saúde

Autores

  • Sônia Barros Universidade de São Paulo; Escola de Enfermagem; Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica
  • Mariana Salles Universidade de São Paulo; Escola de Enfermagem; Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342011000800025

Palavras-chave:

Saúde mental, Serviços de Saúde, Política, Sistema Único de Saúde

Resumo

Neste artigo é realizada uma contextualização e avaliação crítica do processo histórico e político da Reforma Psiquiátrica Brasileira. O objetivo é fazer uma breve retrospectiva e análise dos mecanismos de gestão que têm possibilitado o avanço da Reforma Psiquiátrica. Este processo histórico é dividido em três períodos: a implementação de estratégias de desinstitucionalização; a expansão da rede de atenção psicossocial e a consolidação da hegemonia reformista. Verifica-se que a Reforma Psiquiátrica no Brasil avança na medida em que mecanismos de gestão são criados para ampliar a rede de serviços. Porém, permanecem desafios para consolidar a rede de atenção territorial e aumentar recursos do orçamento anual do Sistema Único de Saúde para a Saúde Mental.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

Publicado

2011-12-01

Edição

Seção

Reflexão

Como Citar

Barros, S., & Salles, M. (2011). Gestão da atenção à saúde mental no Sistema Único de Saúde. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 45(spe2), 1780-1785. https://doi.org/10.1590/S0080-62342011000800025