Vivenciando a inexorabilidade do tempo e as suas mudanças com perdas e possibilidades: a mulher na fase do climatério
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0080-62342001000400013Palavras-chave:
Climatério, Saúde da mulher, MenopausaResumo
Este estudo versa sobre a experiência da mulher na fase do climatério. O Interacionismo Simbólico e a Teoria Fundamentada nos Dados foram as abordagens teóricas e metodológicas que nortearam o estudo tendo em vista os seguintes objetivos: compreender como a experiência do climatério é definida pela mulher; quais os processos psicossociais de interação vividos pela mulher e desenvolver um modelo teórico representativo da vivência da mulher na fase do climatério. As estratégias utilizadas para a obtenção dos dados foram a observação e a entrevista. Tomamos como sujeito da investigação a mulher na faixa etária de 45 a 60 anos, perfazendo um total de 30 mulheres. Através deste estudo foi possível descobrir que a experiência do climatério pode ser constituída por dois fenômenos: REJEITANDO AS MUDANÇAS, no qual o climatério é caracterizado pela mulher como um momento de perda e BUSCANDO SUPERAR AS MUDANÇAS, que representa um momento na construção de novos conceitos, com possibilidades de renovação. A partir desses fenômenos identificamos a categoria central: VIVENCIANDO A INEXORABILIDADE DO TEMPO E SUAS MUDANÇAS COM PERDAS E POSSIBILIDADES, que é fundamental para o modelo teórico representativo da experiência da mulher na fase do climatério.Downloads
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Publicado
2001-12-01
Edição
Seção
Artigos Originais
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Como Citar
Lima, J. V. de, & Angelo, M. (2001). Vivenciando a inexorabilidade do tempo e as suas mudanças com perdas e possibilidades: a mulher na fase do climatério. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 35(4), 399-405. https://doi.org/10.1590/S0080-62342001000400013