A sexualidade como uma construção cultural: reflexões sobre preconceitos e mitos inerentes a um grupo de mulheres rurais

Autores

  • Lúcia Beatriz Ressel Universidade Federal de Santa Maria; Departamento de Enfermagem
  • Dulce Maria Rosa Gualda USP; Escola de Enfermagem; Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342003000300010

Palavras-chave:

Sexualidade, Cultura, Pesquisa

Resumo

Este artigo apresenta a sexualidade como uma construção cultural. Para fundamentar tal assertiva, é relatada uma pesquisa realizada com um grupo de onze mulheres de uma comunidade rural, no interior do Rio Grande do Sul. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semi-estruturadas e as narrativas foram analisadas qualitativamente, buscando, via ótica cultural, o significado dos depoimentos. A sexualidade é, aqui, contemplada a partir das vivências individuais, dos valores, das crenças, dos mitos e dos preconceitos, construídos ao longo da socialização de cada colaboradora. No final do texto, foram acrescentadas algumas reflexões que salientam a importância de tal interpretação cultural sobre os eventos, especialmente sobre a sexualidade para as enfermeiras.

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Referências

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Publicado

2003-09-01

Edição

Seção

nao definida

Como Citar

Ressel, L. B., & Gualda, D. M. R. (2003). A sexualidade como uma construção cultural: reflexões sobre preconceitos e mitos inerentes a um grupo de mulheres rurais. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 37(3), 82-87. https://doi.org/10.1590/S0080-62342003000300010