A prescrição médica eletrônica em um hospital universitário: falhas de redação e opiniões de usuários

Autores

  • Silvia Helena de Bortoli Cassiani USP; Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto; Departamento de Enfermagem Geral e Especializada
  • Cláudia Câmara Freire USP; Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto; Departamento de Enfermagem Geral e Especializada
  • Fernanda Raphael Escobar Gimenes USP; EERP; Enfermagem e Obstetrícia

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342003000400006

Palavras-chave:

Prescrição de medicamentos, Erros de medicação, Enfermagem

Resumo

Este estudo analisou as falhas de redação da prescrição médica eletrônica e opiniões dos usuários acerca das suas vantagens e desvantagens. Foram analisadas 1.351 prescrições médicas de um hospital universitário e entrevistados 84 profissionais da área da enfermagem e medicina. Os resultados indicaram que 17,7% das prescrições apresentavam rasuras, em 16,8 % havia medicamentos suspensos, em 28,2% havia informações que podiam deixar os profissionais em dúvida e em 25% havia medicamentos prescritos manualmente. Os profissionais indicaram as seguintes vantagens: facilidade de leitura dos dados e rapidez com que a prescrição é feita e liberada e como desvantagens: repetição de prescrições de dias anteriores sem revisão e informações digitadas de forma incorreta. Conclui-se que apesar de ser uma estratégia importante na redução de erros, é preciso revisão desse sistema e educação dos profissionais na sua utilização.

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Referências

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Publicado

2003-12-01

Edição

Seção

nao definida

Como Citar

Cassiani, S. H. de B., Freire, C. C., & Gimenes, F. R. E. (2003). A prescrição médica eletrônica em um hospital universitário: falhas de redação e opiniões de usuários. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 37(4), 51-60. https://doi.org/10.1590/S0080-62342003000400006