A prescrição médica eletrônica em um hospital universitário: falhas de redação e opiniões de usuários
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0080-62342003000400006Palavras-chave:
Prescrição de medicamentos, Erros de medicação, EnfermagemResumo
Este estudo analisou as falhas de redação da prescrição médica eletrônica e opiniões dos usuários acerca das suas vantagens e desvantagens. Foram analisadas 1.351 prescrições médicas de um hospital universitário e entrevistados 84 profissionais da área da enfermagem e medicina. Os resultados indicaram que 17,7% das prescrições apresentavam rasuras, em 16,8 % havia medicamentos suspensos, em 28,2% havia informações que podiam deixar os profissionais em dúvida e em 25% havia medicamentos prescritos manualmente. Os profissionais indicaram as seguintes vantagens: facilidade de leitura dos dados e rapidez com que a prescrição é feita e liberada e como desvantagens: repetição de prescrições de dias anteriores sem revisão e informações digitadas de forma incorreta. Conclui-se que apesar de ser uma estratégia importante na redução de erros, é preciso revisão desse sistema e educação dos profissionais na sua utilização.Downloads
Os dados de download ainda não estão disponíveis.
Referências
Downloads
Publicado
2003-12-01
Edição
Seção
nao definida
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Como Citar
Cassiani, S. H. de B., Freire, C. C., & Gimenes, F. R. E. (2003). A prescrição médica eletrônica em um hospital universitário: falhas de redação e opiniões de usuários. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 37(4), 51-60. https://doi.org/10.1590/S0080-62342003000400006