Família e doença mental: a difícil convivência com a diferença

Autores

  • Luciana de Almeida Colvero EEUSP; Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica
  • Cilene Aparecida Costardi Ide EEUSP; Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica
  • Marli Alves Rolim EEUSP; Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342004000200011

Palavras-chave:

Família, Saude mental, Transtornos mentais, Enfermagem psiquiatrica

Resumo

Este estudo partiu de reflexões acerca dos movimentos da reforma da assistência psiquiátrica e o processo de desinstitucionalização. Teve como objetivo identificar as representações sociais construídas por familiares acerca do fenômeno saúde-doença mental. Adotou-se o referencial das representações sociais na perspectiva dos pressupostos de Moscovici. Foram entrevistados oito familiares de portadores de transtorno mental. Identificou-se que os familiares explicitam sua não aceitação daquele que se mostra diferente, como núcleo de suas representações sociais. Apontamos para a importância dos profissionais de saúde mental considerarem, em suas intervenções, o saber produzido pelos familiares.

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Referências

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Publicado

2004-06-01

Edição

Seção

nao definida

Como Citar

Colvero, L. de A., Ide, C. A. C., & Rolim, M. A. (2004). Família e doença mental: a difícil convivência com a diferença. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 38(2), 197-205. https://doi.org/10.1590/S0080-62342004000200011