Conseqüências dos erros de medicação em unidades de terapia intensiva e semi-intensiva

Autores

  • Maria Cecília Toffoletto USP; EE
  • Kátia Grillo Padilha USP; EE; Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342006000200013

Palavras-chave:

Erros de medicação, Unidades de Terapia Intensiva, Carga de trabalho

Resumo

O estudo objetivou caracterizar erros de medicação e avaliar conseqüências na gravidade dos pacientes e carga de trabalho de enfermagem em duas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e duas Semi-Intensiva (USI) de duas instituições hospitalares do município de São Paulo. A amostra foi constituída por 50 pacientes e os dados obtidos por meio do registro de ocorrências e prontuários, retrospectivamente. A gravidade e carga de trabalho de enfermagem foram avaliadas antes e após o erro. Do total de 52 erros, 12 (23,08%) ocorreram por omissão de dose, 11 (21,15%) e 9 (17,31%) por medicamento e dose erradas, respectivamente. Não houve mudança na gravidade dos pacientes (p=0,316), porém houve aumento na carga de trabalho de enfermagem (p=0,009). Quanto ao grupo de medicamentos envolvidos, potencialmente perigosos e não potencialmente perigosos, não houve diferenças estatisticamente significantes na gravidade (p=0,456) e na carga de trabalho de enfermagem (p=0,264), após o erro de medicação.

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Referências

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Publicado

2006-06-01

Edição

Seção

Relato de Pesquisa

Como Citar

Toffoletto, M. C., & Padilha, K. G. (2006). Conseqüências dos erros de medicação em unidades de terapia intensiva e semi-intensiva. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 40(2), 247-252. https://doi.org/10.1590/S0080-62342006000200013