A interação enfermeira-recém-nascido durante a prática de aspiracão orotraqueal e coleta de sangue

Autores

  • Karla Maria Carneiro Rolim UNIFOR; Curso de Enfermagem
  • Maria Vera Lúcia Moreira Leitão Cardoso UFC; DENF/FFOE

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342006000400010

Palavras-chave:

Relações enfermeiro-paciente, Cuidados de enfermagem, Prematuro, Unidades de Terapia Intensiva Neonatal

Resumo

Refletindo nossa vivência como enfermeiras na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), assim como da urgência em assistir o recém-nascido (RN) internado, objetivamos descrever a interação entre enfermeira e RN durante a prática do cuidado na aspiração orotraqueal, na coleta de sangue para exames laboratoriais com ênfase nas respostas fisiológicas e comportamentais. Pesquisa exploratória, descritiva, na qual utilizamos a Teoria de Paterson e Zderad (1976). Realizada numa maternidade pública, em Fortaleza-CE, com seis enfermeiras e 21 bebês de risco. Coletamos os dados no período de abril a junho de 2003. Os resultados demonstraram que os RNs, ao interagirem com os enfermeiros, apresentaram aumento da freqüência cardíaca, diminuição da saturação de oxigênio, expressão de choro, agitação, tranqüilidade, calma. O enfermeiro, na maioria das vezes, utilizou o toque técnico, mas pudemos presenciar, as relações Eu-Tu e Eu-Isso com base na Teoria Humanística a qual pode ser praticada no cotidiano do cuidado ao bebê.

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Referências

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Publicado

2006-12-01

Edição

Seção

Relato de Pesquisa

Como Citar

Rolim, K. M. C., & Cardoso, M. V. L. M. L. (2006). A interação enfermeira-recém-nascido durante a prática de aspiracão orotraqueal e coleta de sangue. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 40(4), 515-523. https://doi.org/10.1590/S0080-62342006000400010